REsp 2166910 - DECISAO
Não conhecer do agravo em recurso especial porque a agravante não refutou de forma específica e concreta todos os fundamentos que embasaram a inadmissibilidade do recurso especial pelo Tribunal de origem, faltando assim a dialeticidade exigida pelo art. 932, III, do CPC/2015, atraindo a aplicação da Súmula n. 182/STJ e a jurisprudência da Corte sobre o caráter unitário da decisão que não admite recurso especial.
- Parties
- Agravante: RIO PARANÁ ENERGIA S/A; Autor: Ministério Público Federal; Réu: Francisco Melfi; Réu: Companhia Energética de São Paulo - CESP; Réu: Município de Rubinéia; Réu: União; Réu: Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis - IBAMA; Réus: proprietários/possuidores ("rancheiros")
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 12 September 2025
- Procedural Posture
- Agravo Em Recurso Especial / Decisão De Não Conhecimento Do Agravo Em Recurso Especial Pelo STJ
- Outcome
- NÃO CONHEÇO do agravo em recurso especial
- Legal Topics
- Área De Preservação Permanente (app), Admissibilidade Recursal, Princípio Da Dialeticidade, Estabilização Subjetiva Da Demanda, Responsabilidade Civil Ambiental Subsidiária
Case Brief
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Parties
RIO PARANÁ ENERGIA S/A
Agravante
Ministério Público Federal
Autor
Francisco Melfi
Réu
Companhia Energética de São Paulo - CESP
Réu
Município de Rubinéia
Réu
União
Réu
Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis - IBAMA
Réu
proprietários/possuidores ("rancheiros")
Réus
Procedural Posture
Agravo Em Recurso Especial / Decisão De Não Conhecimento Do Agravo Em Recurso Especial Pelo STJ
Legal Issues
- 1 inadmissibilidade do agravo por ausência de impugnação específica dos fundamentos da decisão agravada
- 2 inclusão de parte no polo passivo após estabilização subjetiva da demanda (alegação do agravante)
- 3 responsabilização subsidiária por danos em APP e necessidade de nexo causal (alegação do agravante)
Ratio Decidendi
Não conhecer do agravo em recurso especial porque a agravante não refutou de forma específica e concreta todos os fundamentos que embasaram a inadmissibilidade do recurso especial pelo Tribunal de origem, faltando assim a dialeticidade exigida pelo art. 932, III, do CPC/2015, atraindo a aplicação da Súmula n. 182/STJ e a jurisprudência da Corte sobre o caráter unitário da decisão que não admite recurso especial.
Court Disposition
NÃO CONHEÇO do agravo em recurso especial
Orders
- Não conheço do agravo em recurso especial.
- Publique-se.
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