REsp 2145968 - DECISAO

REsp 2145968 - DECISAO

O Tribunal entendeu que, diante do cenário fático adotado pela sentença e acórdão (sem demonstração de operações artificiais, fraude ou simulação), os requisitos legais para a amortização do ágio previstos nos arts. 7º e 8º da Lei 9.532/1997 foram atendidos; assim, não houve omissão a ser sanada e o recurso especial não merece conhecimento, aplicando-se, ainda, entendimento sobre a fixação equitativa de honorários em respeito à proporcionalidade quando vencida a Fazenda Pública.

Parties
Recorrente: FAZENDA NACIONAL; Recorrido: COMPANHIA ENERGÉTICA DE PERNAMBUCO - CELPE
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
22 April 2025
Procedural Posture
Recurso Especial / Não Conhecimento Do Recurso Especial
Outcome
não conheço do recurso especial
Legal Topics
Ágio De Aquisição, Dedução Do Ágio, Incorporação Societária, Honorários Sucumbenciais, Suspensão Por Prejudicialidade

Case Brief

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Parties

FAZENDA NACIONAL

Recorrente

COMPANHIA ENERGÉTICA DE PERNAMBUCO - CELPE

Recorrido

Procedural Posture

Recurso Especial / Não Conhecimento Do Recurso Especial

  1. 1 Reconhecimento da legalidade do aproveitamento do ágio de aquisição em processo de privatização
  2. 2 Possibilidade de dedução do ágio nos termos dos arts. 7º e 8º da Lei 9.532/1997
  3. 3 Aplicação da fixação equitativa de honorários quando vencida a Fazenda Pública

Ratio Decidendi

O Tribunal entendeu que, diante do cenário fático adotado pela sentença e acórdão (sem demonstração de operações artificiais, fraude ou simulação), os requisitos legais para a amortização do ágio previstos nos arts. 7º e 8º da Lei 9.532/1997 foram atendidos; assim, não houve omissão a ser sanada e o recurso especial não merece conhecimento, aplicando-se, ainda, entendimento sobre a fixação equitativa de honorários em respeito à proporcionalidade quando vencida a Fazenda Pública.

Court Disposition

não conheço do recurso especial

Orders

  • Não conheço do recurso especial, com fundamento no art. 255, § 4º, I, do RISTJ
  • Majorar os honorários sucumbenciais em desfavor da parte recorrente em 10% sobre o valor já arbitrado na origem, nos termos do art. 85, § 11, do CPC, observados os limites legais aplicáveis