AREsp 1949590 - DECISAO
Negou-se provimento ao agravo porque os argumentos dos recorrentes exigiriam reexame do conjunto fático-probatório e da valoração de documentos, providência vedada na via extraordinária pela Súmula n. 7 do STJ; ademais, o Tribunal de origem considerou suficientes os documentos juntados e aplicou corretamente o ônus da prova, e o STJ não apreciou a alegada violação de preceito constitucional por incompetência para tanto.
- Parties
- Ré: Telefônica; Autor: Ministério Público
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 02 December 2021
- Procedural Posture
- Agravo Nos Próprios Autos Contra Decisão Que Inadmitiu Recurso Especial / Decisão Sobre Agravo Nos Próprios Autos
- Outcome
- Negado provimento ao agravo em recurso especial
- Legal Topics
- Ônus Da Prova, Admissibilidade De Recurso Especial, Súmula 7/stj, Prova Documental, Ata Notarial, Honorários Advocatícios, Gratuidade Da Justiça, Prequestionamento
Case Brief
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Parties
Telefônica
Ré
Ministério Público
Autor
Procedural Posture
Agravo Nos Próprios Autos Contra Decisão Que Inadmitiu Recurso Especial / Decisão Sobre Agravo Nos Próprios Autos
Legal Issues
- 1 Incidência da Súmula n. 7 do STJ (impossibilidade de reexame de provas)
- 2 Validade e necessidade de autenticação/documentação (arts. 369, 439 e 440 do CPC/2015)
- 3 Competência para exame de questões constitucionais
Ratio Decidendi
Negou-se provimento ao agravo porque os argumentos dos recorrentes exigiriam reexame do conjunto fático-probatório e da valoração de documentos, providência vedada na via extraordinária pela Súmula n. 7 do STJ; ademais, o Tribunal de origem considerou suficientes os documentos juntados e aplicou corretamente o ônus da prova, e o STJ não apreciou a alegada violação de preceito constitucional por incompetência para tanto.
Court Disposition
Negado provimento ao agravo em recurso especial
Orders
- Majoro os honorários advocatícios em 20% do valor arbitrado, observando-se os limites dos §§ 2º e 3º do art. 85 do CPC/2015.
- Observada a gratuidade da justiça deferida na instância de origem, deve ser respeitada a regra do § 3º do art. 98 do CPC/2015.
Full Case Text
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