AREsp 2836670 - DECISAO
O acórdão recorrido examinou a questão da inversão do ônus da prova e indeferiu-a quanto à comprovação da condição de pescador, por entender que incumbia ao autor produzir prova mínima de sua atividade; não houve omissão no decisum (art. 1.022, II, CPC/15). A modificação do entendimento exigiria reexame de matéria fático-probatória, vedado pela Súmula 7/STJ. Ademais, as alegadas violações aos arts. 3º, 4º e 14 da Lei 6.938/81 não foram debatidas nem decididas pelo tribunal a quo, inexistindo prequestionamento, inviabilizando o recurso especial (Súmulas 211/STJ e 282/STF). Assim, conhece-se do agravo e nega-se provimento ao recurso especial.
- Parties
- Agravante/recorrente: ANDRE LUIZ DE ASSIS; Parte Recorrida/agravada: empresa ré
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 12 March 2025
- Procedural Posture
- Agravo (art. 1042 Do Cpc/15) / Juízo De Admissibilidade / Decisão Sobre Admissibilidade De Recurso Especial
- Outcome
- Conhece-se do agravo e nega-se provimento ao recurso especial
- Legal Topics
- Ônus Da Prova, Inversão Do Ônus Da Prova, Prequestionamento, Súmula 7/stj (proibição De Reexame Factual), Inadmissibilidade De Recurso Especial, Decisão Saneadora, Dano Ambiental, Prova Mínima
Case Brief
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Parties
ANDRE LUIZ DE ASSIS
Agravante/recorrente
empresa ré
Parte Recorrida/agravada
Procedural Posture
Agravo (art. 1042 Do Cpc/15) / Juízo De Admissibilidade / Decisão Sobre Admissibilidade De Recurso Especial
Legal Issues
- 1 Violação ao art. 1.022, II, do CPC/15 por omissão no acórdão
- 2 Cabimento da inversão do ônus da prova em ação por dano ambiental e momento processual adequado para sua concessão
- 3 Impossibilidade de reexame de matéria fático-probatória em recurso especial (Súmula 7/STJ)
Ratio Decidendi
O acórdão recorrido examinou a questão da inversão do ônus da prova e indeferiu-a quanto à comprovação da condição de pescador, por entender que incumbia ao autor produzir prova mínima de sua atividade; não houve omissão no decisum (art. 1.022, II, CPC/15). A modificação do entendimento exigiria reexame de matéria fático-probatória, vedado pela Súmula 7/STJ. Ademais, as alegadas violações aos arts. 3º, 4º e 14 da Lei 6.938/81 não foram debatidas nem decididas pelo tribunal a quo, inexistindo prequestionamento, inviabilizando o recurso especial (Súmulas 211/STJ e 282/STF). Assim, conhece-se do agravo e nega-se provimento ao recurso especial.
Court Disposition
Conhece-se do agravo e nega-se provimento ao recurso especial
Orders
- Conhece-se do agravo
- Nega-se provimento ao recurso especial
Full Case Text
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