AREsp 2976001 - ACORDAO

AREsp 2976001 - ACORDAO

Conheceu-se do agravo para não conhecer do recurso especial porque o provimento demandaria reexame do conjunto fático-probatório dos autos, vedado ao STJ pela Súmula nº 7/STJ; o Tribunal de origem, analisando as provas, confirmou a existência de dívida em valor diverso do pleiteado e a impossibilidade de condenação por danos morais diante do reconhecimento de inadimplemento pela autora.

Parties
Agravante: GONÇALVES & TORTOLA S.A.
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
04 December 2025
Procedural Posture
Agravo Em Recurso Especial / Decisão Colegiada Não Conhecimento Do Recurso Especial (admissibilidade)
Outcome
Agravo conhecido para não conhecer do recurso especial.
Legal Topics
Ônus Da Prova, Limites Da Lide, Dano Moral, Súmula Nº 7/stj, Reexame Fático Probatório

Case Brief

Summary, issues, holding and outcome

More case intelligence is available

Unlock the full research layer for this judgment.

Full judgment text Downloadable case file Legal principles 4 Authorities cited 18 Party arguments 2 Amounts and remedies 6
Sign in to unlock

Parties

GONÇALVES & TORTOLA S.A.

Agravante

Procedural Posture

Agravo Em Recurso Especial / Decisão Colegiada Não Conhecimento Do Recurso Especial (admissibilidade)

  1. 1 distribuição do ônus da prova (art. 373, I, CPC)
  2. 2 observância dos limites do pedido (arts. 141 e 492 CPC)
  3. 3 possibilidade de condenação por dano moral (arts. 186 e 927 CC)

Ratio Decidendi

Conheceu-se do agravo para não conhecer do recurso especial porque o provimento demandaria reexame do conjunto fático-probatório dos autos, vedado ao STJ pela Súmula nº 7/STJ; o Tribunal de origem, analisando as provas, confirmou a existência de dívida em valor diverso do pleiteado e a impossibilidade de condenação por danos morais diante do reconhecimento de inadimplemento pela autora.

Court Disposition

Agravo conhecido para não conhecer do recurso especial.

Orders

  • Agravo conhecido para não conhecer do recurso especial.
  • Majorar honorários sucumbenciais para 15% sobre o valor do proveito econômico, em favor do patrono da parte recorrida, observando-se a distribuição realizada na origem.