AREsp 2542861 - DECISAO

AREsp 2542861 - DECISAO

O Tribunal de origem enfrentou adequadamente as questões suscitadas, concluiu pela inaplicabilidade do Código de Defesa do Consumidor à relação jurídica por se tratar de negócio de natureza empresarial, verificou que a prova requerida é singela e está ao alcance das agravantes e que o ônus probatório, quanto a determinados fatos, incumbia ao réu (art. 373, II, CPC); assim, não há omissão ou obscuridade e o reexame das conclusões fático-probatórias é vedado pela Súmula 7/STJ, razão pela qual se conhece em parte do recurso especial e se nega-lhe provimento.

Parties
Agravante: ESA GESTÃO DE NEGÓCIOS LTDA. E OUTROS
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
01 December 2025
Procedural Posture
Agravo (art. 1.042 Do Cpc) / Admissibilidade De Recurso Especial
Outcome
Conheço do agravo para conhecer em parte do recurso especial e, na extensão, nego-lhe provimento.
Legal Topics
Ônus Da Prova, Inversão Do Ônus Da Prova, Admissibilidade De Recurso Especial, Reexame Do Conjunto Fático Probatório (súmula 7), Aplicabilidade Do CDC a Pessoa Jurídica, Omissão/obscuridade Em Acórdão

Case Brief

Summary, issues, holding and outcome

More case intelligence is available

Unlock the full research layer for this judgment.

Full judgment text Downloadable case file Legal principles 4 Authorities cited 30 Party arguments 2
Sign in to unlock

Parties

ESA GESTÃO DE NEGÓCIOS LTDA. E OUTROS

Agravante

Procedural Posture

Agravo (art. 1.042 Do Cpc) / Admissibilidade De Recurso Especial

  1. 1 Alegada omissão e obscuridade do acórdão quanto à incidência do CDC e à necessidade de inversão do ônus da prova
  2. 2 Aplicabilidade do Código de Defesa do Consumidor às operações bancárias contratadas por pessoa jurídica
  3. 3 Cabimento da inversão do ônus da prova nos termos do art. 373, §1º, do CPC

Ratio Decidendi

O Tribunal de origem enfrentou adequadamente as questões suscitadas, concluiu pela inaplicabilidade do Código de Defesa do Consumidor à relação jurídica por se tratar de negócio de natureza empresarial, verificou que a prova requerida é singela e está ao alcance das agravantes e que o ônus probatório, quanto a determinados fatos, incumbia ao réu (art. 373, II, CPC); assim, não há omissão ou obscuridade e o reexame das conclusões fático-probatórias é vedado pela Súmula 7/STJ, razão pela qual se conhece em parte do recurso especial e se nega-lhe provimento.

Court Disposition

Conheço do agravo para conhecer em parte do recurso especial e, na extensão, nego-lhe provimento.

Orders

  • Publique-se.
  • Intimem-se.