AREsp 2169414 - ACORDAO
O Tribunal entendeu que não houve ofensa aos arts. 489 e 1.022 do CPC/2015, que o acórdão de origem analisou e fundamentou a controvérsia e concluiu pela existência do elemento subjetivo doloso (art. 10 da Lei 8.429/1992), razão pela qual a apreciação da matéria exigiria reexame probatório vedado pela Súmula 7/STJ; ademais, o Tema 1.199/STF não se aplica ao caso concreto por tratar de atos culposos não transitados em julgado e, além disso, o recurso especial não ultrapassou o juízo de admissibilidade necessário para reconhecimento de fato superveniente (aplicação da Lei 14.230/2021).
- Parties
- Agravante: JAMIR MOREIRA DE ANDRADE; Agravado: MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE MINAS GERAIS; Corréu: SÉRGIO VAZ SOARES
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 19 April 2024
- Procedural Posture
- Agravo Interno Em Agravo Em Recurso Especial (ag Int No Ag R/resp Nº 2.169.414 Mg) / Decisão Colegiada Sessão Virtual De 27/02/2024 a 04/03/2024; Julgamento Ementado: Agravo Interno Não Provido
- Legal Topics
- Ação Civil Pública, Improbidade Administrativa, Aplicação Do Tema 1.199/stf, Súmula 7/stj, Arts. 489 E 1.022 Do Cpc/2015, Lei 8.429/1992, Lei 14.230/2021
Case Brief
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Parties
JAMIR MOREIRA DE ANDRADE
Agravante
MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE MINAS GERAIS
Agravado
SÉRGIO VAZ SOARES
Corréu
Procedural Posture
Agravo Interno Em Agravo Em Recurso Especial (ag Int No Ag R/resp Nº 2.169.414 Mg) / Decisão Colegiada Sessão Virtual De 27/02/2024 a 04/03/2024; Julgamento Ementado: Agravo Interno Não Provido
Legal Issues
- 1 Ofensa aos arts. 489 e 1.022 do CPC/2015
- 2 Condenação por ato omissivo doloso (art. 10, caput, Lei 8.429/1992)
- 3 Vedação ao reexame do contexto fático-probatório na via especial (Súmula 7/STJ)
Ratio Decidendi
O Tribunal entendeu que não houve ofensa aos arts. 489 e 1.022 do CPC/2015, que o acórdão de origem analisou e fundamentou a controvérsia e concluiu pela existência do elemento subjetivo doloso (art. 10 da Lei 8.429/1992), razão pela qual a apreciação da matéria exigiria reexame probatório vedado pela Súmula 7/STJ; ademais, o Tema 1.199/STF não se aplica ao caso concreto por tratar de atos culposos não transitados em julgado e, além disso, o recurso especial não ultrapassou o juízo de admissibilidade necessário para reconhecimento de fato superveniente (aplicação da Lei 14.230/2021).
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