AREsp 2491448 - DECISAO
O Tribunal concluiu que não houve violação manifesta da norma jurídica apta a autorizar a ação rescisória, pois o afastamento da preliminar de prescrição assentou-se em fatos e fundamentos sobre a suspensão das negociações administrativos nos termos do art.4º do Decreto nº 20.910/32 e na boa-fé objetiva, questões dependentes de valoração fática cujo reexame é vedado em recurso especial (Súmula 7/STJ); quanto ao valor da causa, entendeu-se que deve prevalecer o valor da ação originária atualizado, por ausência de demonstração de discrepância no proveito econômico da rescisória.
- Parties
- Agravante/recorrente: São Paulo Previdência SPPREV; Agravante/recorrente: Fazenda do Estado de São Paulo; Agravante/recorrente: Associação Paulista de Magistrados APAMAGIS
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 01 March 2024
- Procedural Posture
- Agravo Em Recurso Especial / Julgamento Do Agravo Em Recurso Especial No Superior Tribunal De Justiça
- Outcome
- Conhecido em parte o agravo da Fazenda do Estado de São Paulo e da São Paulo Previdência para conhecer em parte do recurso especial quanto à alegação de violação do art.1.022 do CPC/2015 e, nessa extensão, negar-lhe provimento; conhecido o agravo da Associação Paulista de Magistrados para não conhecer do recurso...
- Legal Topics
- Ação Rescisória, Prescrição, Parcela Autônoma De Equivalência (pae), Valor Da Causa, Suspensão E Interrupção Da Prescrição, Súmula 7/stj
Case Brief
Summary, issues, holding and outcome
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Parties
São Paulo Previdência SPPREV
Agravante/recorrente
Fazenda do Estado de São Paulo
Agravante/recorrente
Associação Paulista de Magistrados APAMAGIS
Agravante/recorrente
Procedural Posture
Agravo Em Recurso Especial / Julgamento Do Agravo Em Recurso Especial No Superior Tribunal De Justiça
Legal Issues
- 1 prescrição da pretensão relativa ao pagamento de PAE
- 2 incidência do art.4º do Decreto nº 20.910/32 (suspensão da prescrição)
- 3 requisitos para cabimento da ação rescisória com fundamento no art.966,V do CPC/2015 (violação manifesta à norma jurídica)
Ratio Decidendi
O Tribunal concluiu que não houve violação manifesta da norma jurídica apta a autorizar a ação rescisória, pois o afastamento da preliminar de prescrição assentou-se em fatos e fundamentos sobre a suspensão das negociações administrativos nos termos do art.4º do Decreto nº 20.910/32 e na boa-fé objetiva, questões dependentes de valoração fática cujo reexame é vedado em recurso especial (Súmula 7/STJ); quanto ao valor da causa, entendeu-se que deve prevalecer o valor da ação originária atualizado, por ausência de demonstração de discrepância no proveito econômico da rescisória.
Court Disposition
Conhecido em parte o agravo da Fazenda do Estado de São Paulo e da São Paulo Previdência para conhecer em parte do recurso especial quanto à alegação de violação do art.1.022 do CPC/2015 e, nessa extensão, negar-lhe provimento; conhecido o agravo da Associação Paulista de Magistrados para não conhecer do recurso...
Orders
- Conheço do Agravo da Fazenda Estadual e da São Paulo Previdência quanto à alegação de violação do art. 1.022 do CPC/2015 e, nessa extensão, nego provimento ao Recurso Especial.
- Conheço do Agravo da Associação Paulista de Magistrados para não conhecer do Recurso Especial.
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