AREsp 2024393 - ACORDAO
O acórdão recorrido enfrentou adequadamente as questões relevantes, concluindo que o autor/agravado era parte legítima para a ação de regresso mesmo que os pagamentos tenham sido efetuados por empresa da qual é sócio; que a agravante, na condição de sócia da empresa devedora, é legitimamente passível de responder pela dívida na proporção de sua cota social; e que rever essas conclusões exigiria reexame de matéria fático-probatória, vedado pela Súmula n.7/STJ, razão pela qual se nega provimento ao agravo interno e se mantém a decisão anterior.
- Parties
- Agravante: Joana Hiar; Terceiro (empresa Que Realizou Pagamentos): HAM CONSULTORIA ASSESSORIA DE BENS LTDA.; Coexecutada: Di Cesari Tecidos e Confecções Ltda.
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 29 August 2024
- Procedural Posture
- Agravo Interno (em Agravo Em Recurso Especial) Ação De Regresso / Julgamento Na Quarta Turma; Agravo Interno Negado Provimento, Mantendo Decisão Que Negou Seguimento Ao Recurso Especial
- Outcome
- Agravo interno negado provimento; mantida decisão que negou provimento ao agravo em recurso especial; recurso especial desprovido.
- Legal Topics
- Ação De Regresso, Legitimidade Ativa E Passiva, Honorários Advocatícios Sucumbenciais, Reexame De Matéria Fático Probatória, Súmula N. 7/stj, Embargos De Declaração
Case Brief
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Parties
Joana Hiar
Agravante
HAM CONSULTORIA ASSESSORIA DE BENS LTDA.
Terceiro (empresa Que Realizou Pagamentos)
Di Cesari Tecidos e Confecções Ltda.
Coexecutada
Procedural Posture
Agravo Interno (em Agravo Em Recurso Especial) Ação De Regresso / Julgamento Na Quarta Turma; Agravo Interno Negado Provimento, Mantendo Decisão Que Negou Seguimento Ao Recurso Especial
Legal Issues
- 1 alegada omissão/contradição quanto aos arts. 489 e 1.022 do CPC
- 2 alegada inobservância do art. 18 do CPC (pleitear direito alheio em nome próprio)
- 3 se o pagamento efetuado por empresa de que o autor é sócio torna ilegítimo o autor para agir
Ratio Decidendi
O acórdão recorrido enfrentou adequadamente as questões relevantes, concluindo que o autor/agravado era parte legítima para a ação de regresso mesmo que os pagamentos tenham sido efetuados por empresa da qual é sócio; que a agravante, na condição de sócia da empresa devedora, é legitimamente passível de responder pela dívida na proporção de sua cota social; e que rever essas conclusões exigiria reexame de matéria fático-probatória, vedado pela Súmula n.7/STJ, razão pela qual se nega provimento ao agravo interno e se mantém a decisão anterior.
Court Disposition
Agravo interno negado provimento; mantida decisão que negou provimento ao agravo em recurso especial; recurso especial desprovido.
Orders
- Negado provimento ao agravo interno
- Mantida a decisão que negou seguimento ao agravo em recurso especial
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