AREsp 2691656 - DECISAO

AREsp 2691656 - DECISAO

Conheceu-se do agravo e não se conheceu do recurso especial porque a pretensa violação de norma jurídica não se demonstrou manifesta e a revisão das conclusões do acórdão recorrido exigiria reexame de matéria fático-probatória, vedado no recurso especial pela Súmula 7/STJ; ademais, eventual questão constitucional não é matéria de competência do STJ.

Parties
Agravante: N-ENERGY SOLUÇÃO PARA EVENTOS - COMÉRCIO, LOCAÇÃO E SERVIÇOS LTDA.
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
07 October 2024
Procedural Posture
Agravo Em Recurso Especial / Juízo De Admissibilidade
Outcome
Agravo conhecido para não conhecer do recurso especial.
Legal Topics
Admissibilidade, Súmula 7/stj, Pressupostos Da Ação Rescisória, Competência Constitucional

Case Brief

Summary, issues, holding and outcome

More case intelligence is available

Unlock the full research layer for this judgment.

Full judgment text Downloadable case file Legal principles 4 Authorities cited 8 Party arguments 2
Sign in to unlock

Parties

N-ENERGY SOLUÇÃO PARA EVENTOS - COMÉRCIO, LOCAÇÃO E SERVIÇOS LTDA.

Agravante

Procedural Posture

Agravo Em Recurso Especial / Juízo De Admissibilidade

  1. 1 cabimento da ação rescisória por violação manifesta de norma jurídica
  2. 2 necessidade de demonstração de violação manifesta da norma (art. 966, V, CPC/2015)
  3. 3 vedação ao reexame de matéria fático-probatória pelo recurso especial (Súmula 7/STJ)

Ratio Decidendi

Conheceu-se do agravo e não se conheceu do recurso especial porque a pretensa violação de norma jurídica não se demonstrou manifesta e a revisão das conclusões do acórdão recorrido exigiria reexame de matéria fático-probatória, vedado no recurso especial pela Súmula 7/STJ; ademais, eventual questão constitucional não é matéria de competência do STJ.

Court Disposition

Agravo conhecido para não conhecer do recurso especial.

Orders

  • Conheço do agravo para não conhecer do recurso especial.
  • Fiquem as partes cientificadas de que a insistência injustificada no prosseguimento do feito ensejará a imposição das multas previstas nos arts. 1.021, § 4º, e 1.026, § 2º, do CPC/2015.