AREsp 1944794 - ACORDAO
Aplicou-se o regime do CPC/2015 e, à luz do princípio da dialeticidade e da Súmula 182/STJ, concluiu-se que o agravo não impugnou de forma específica todos os fundamentos da decisão que inadmitiu o recurso especial, sendo os argumentos insuficientes para desconstituir a decisão agravada; por tais fundamentos, o Agravo Interno foi desprovido, e a multa do art. 1.021, §4º, do CPC/2015 não foi aplicada por não estar caracterizada a manifesta inadmissibilidade ou improcedência do recurso.
- Parties
- Agravante: ESTADO DO TOCANTINS; Agravada: NILZA MARIA PEREIRA COSTA SANTOS
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 16 December 2021
- Procedural Posture
- Agravo Interno No Agravo Em Recurso Especial / Julgamento Colegiado (acórdão)
- Outcome
- Nega provimento ao Agravo Interno (por unanimidade).
- Legal Topics
- Admissibilidade De Recurso, Súmula 182/stj, Juízo De Admissibilidade, Multa Recursal (art. 1.021, § 4º, Cpc/2015)
Case Brief
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Parties
ESTADO DO TOCANTINS
Agravante
NILZA MARIA PEREIRA COSTA SANTOS
Agravada
Procedural Posture
Agravo Interno No Agravo Em Recurso Especial / Julgamento Colegiado (acórdão)
Legal Issues
- 1 Aplicação do regime do Código de Processo Civil de 2015
- 2 Necessidade de impugnação específica dos fundamentos da decisão que inadmitiu o recurso especial
- 3 Aplicabilidade da Súmula 182/STJ ao agravo em recurso especial
Ratio Decidendi
Aplicou-se o regime do CPC/2015 e, à luz do princípio da dialeticidade e da Súmula 182/STJ, concluiu-se que o agravo não impugnou de forma específica todos os fundamentos da decisão que inadmitiu o recurso especial, sendo os argumentos insuficientes para desconstituir a decisão agravada; por tais fundamentos, o Agravo Interno foi desprovido, e a multa do art. 1.021, §4º, do CPC/2015 não foi aplicada por não estar caracterizada a manifesta inadmissibilidade ou improcedência do recurso.
Court Disposition
Nega provimento ao Agravo Interno (por unanimidade).
Orders
- Nego provimento ao recurso.
- Não condeno o agravante ao pagamento da multa prevista no art. 1.021, § 4º, do CPC/2015, por não estar configurada a manifesta inadmissibilidade ou improcedência do agravo.
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