REsp 2127350 - ACORDAO
O Agravo Interno foi improvido porque as alegações recursais foram consideradas genéricas e não demonstraram, com precisão, os vícios apontados no acórdão recorrido (atraindo, por analogia, a Súmula 284/STF); o tribunal de origem examinou os fatos e concluiu pela imissão de posse do Estado em 23.12.2004, tornando a responsabilidade pelos débitos de energia imputável a partir da efetiva transferência, e o reexame desses fatos é vedado em recurso especial pela Súmula 7/STJ; não houve elementos que autorizassem a imposição da multa do art. 1.021, § 4º, do CPC/2015.
- Parties
- Agravante/recorrente: Neffa Comercial Exportadora e Importadora Eireli; Recorrido/agravado: Estado do Espírito Santo; Réu Originário: BANDES
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 19 September 2024
- Procedural Posture
- Agravo Interno No Recurso Especial / Decisão Colegiada Agravo Interno Improvido
- Outcome
- Negar provimento ao Agravo Interno (Agravo Interno improvido)
- Legal Topics
- Agravo Interno, Recurso Especial, Aplicabilidade Do Cpc/2015, Súmula 284/stf (aplicação Por Analogia), Imissão De Posse, Responsabilidade Por Débitos De Consumo De Energia Elétrica, Súmula 7/stj, Multa Processual (art. 1.021, §4º Cpc/2015)
Case Brief
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Parties
Neffa Comercial Exportadora e Importadora Eireli
Agravante/recorrente
Estado do Espírito Santo
Recorrido/agravado
BANDES
Réu Originário
Procedural Posture
Agravo Interno No Recurso Especial / Decisão Colegiada Agravo Interno Improvido
Legal Issues
- 1 Aplicabilidade do Código de Processo Civil de 2015 ao recurso
- 2 Deficiência de fundamentação quanto ao art. 1.022 do CPC/2015 e incidência, por analogia, da Súmula n. 284 do STF
- 3 Imissão de posse e imputação da responsabilidade pelos débitos de energia elétrica a partir da transferência/transferência da posse em 23.12.2004
Ratio Decidendi
O Agravo Interno foi improvido porque as alegações recursais foram consideradas genéricas e não demonstraram, com precisão, os vícios apontados no acórdão recorrido (atraindo, por analogia, a Súmula 284/STF); o tribunal de origem examinou os fatos e concluiu pela imissão de posse do Estado em 23.12.2004, tornando a responsabilidade pelos débitos de energia imputável a partir da efetiva transferência, e o reexame desses fatos é vedado em recurso especial pela Súmula 7/STJ; não houve elementos que autorizassem a imposição da multa do art. 1.021, § 4º, do CPC/2015.
Court Disposition
Negar provimento ao Agravo Interno (Agravo Interno improvido)
Orders
- Negar provimento ao Agravo Interno
- Não aplicação da multa prevista no art. 1.021, § 4º do Código de Processo Civil de 2015
Full Case Text
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