AREsp 2562405 - ACORDAO
Negou-se provimento ao agravo interno porque o acórdão recorrido estava devidamente fundamentado (não violou arts. 489 e 1.022 do CPC) e porque a decisão atacada, por arbitrar valor em liquidação de sentença sem extinguir o feito, é interlocutória, sendo cabível agravo de instrumento; a interposição de apelação configurou erro grosseiro que impede a aplicação da fungibilidade recursal, justificando a manutenção da decisão que não conheceu da apelação.
- Parties
- Agravante: COMPANHIA DE ELETRICIDADE DO AMAPÁ (CEA)
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 03 October 2024
- Procedural Posture
- Agravo Interno / Julgamento
- Outcome
- Agravo interno não provido
- Legal Topics
- Agravo Interno, Liquidação De Sentença, Agravo De Instrumento, Arts. 489 E 1.022 Do CPC, Fungibilidade Recursal, Princípio Da Não Surpresa, Súmula 83/stj, Súmula 283/stf
Case Brief
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Parties
COMPANHIA DE ELETRICIDADE DO AMAPÁ (CEA)
Agravante
Procedural Posture
Agravo Interno / Julgamento
Legal Issues
- 1 Alegada violação dos arts. 489 e 1.022 do CPC (fundamentação das decisões)
- 2 Cabimento recursal contra decisão em liquidação de sentença que não põe fim ao processo
- 3 Aplicabilidade do princípio da fungibilidade recursal e requisito de dúvida objetiva
Ratio Decidendi
Negou-se provimento ao agravo interno porque o acórdão recorrido estava devidamente fundamentado (não violou arts. 489 e 1.022 do CPC) e porque a decisão atacada, por arbitrar valor em liquidação de sentença sem extinguir o feito, é interlocutória, sendo cabível agravo de instrumento; a interposição de apelação configurou erro grosseiro que impede a aplicação da fungibilidade recursal, justificando a manutenção da decisão que não conheceu da apelação.
Court Disposition
Agravo interno não provido
Orders
- Negar provimento ao agravo interno
Full Case Text
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