REsp 2205216 - DECISAO
O Tribunal entendeu que não há nulidade ou omissão nos fundamentos do acórdão recorrido, que a Assembleia Geral de Credores aprovou a venda das UPIs e possui soberania em suas deliberações, cabendo ao Judiciário apenas controle estrito de legalidade, e que para infirmar a conclusão seria necessário reexaminar o conjunto fático-probatório, o que é vedado no recurso especial, motivo pelo qual não se conhece do recurso.
- Parties
- Recorrente: DISTRIBUIDORA DE MEDICAMENTOS SANTA CRUZ LTDA.; Recorrente: SC DISTRIBUIÇÃO LTDA. (atual razão social da Panpharma Distribuidora de Medicamentos Ltda.); Recorrido: SANTA MARTA DISTRIBUIDORA DE DROGAS LTDA.; Recorrido: PROFARMA DISTRIBUIDORA DE PRODUTOS FARMACÊUTICOS S.A.
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 01 July 2025
- Procedural Posture
- Recurso Especial Interposto Contra Acórdão Do Tribunal De Justiça Em Agravo De Instrumento Nos Autos De Recuperação Judicial / Decisão De Não Conhecimento Do Recurso Especial
- Outcome
- Não conhecimento do recurso especial
- Legal Topics
- Alienação De Unidades Produtivas Isoladas (upi), Soberania Da Assembleia Geral De Credores, Controle De Legalidade Judicial, Regularidade Fiscal E Certidões Negativas, Preclusão E Súmula 7 Do STJ
Case Brief
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Parties
DISTRIBUIDORA DE MEDICAMENTOS SANTA CRUZ LTDA.
Recorrente
SC DISTRIBUIÇÃO LTDA. (atual razão social da Panpharma Distribuidora de Medicamentos Ltda.)
Recorrente
SANTA MARTA DISTRIBUIDORA DE DROGAS LTDA.
Recorrido
PROFARMA DISTRIBUIDORA DE PRODUTOS FARMACÊUTICOS S.A.
Recorrido
Procedural Posture
Recurso Especial Interposto Contra Acórdão Do Tribunal De Justiça Em Agravo De Instrumento Nos Autos De Recuperação Judicial / Decisão De Não Conhecimento Do Recurso Especial
Legal Issues
- 1 Se a homologação da venda de UPIs aprovada pela Assembleia Geral de Credores pode ser revista pelo Poder Judiciário
- 2 Se a exigência de certidões de regularidade fiscal impede o deferimento da recuperação judicial ou a homologação do plano
- 3 Se houve ofensa aos arts. 489, §1º, IV, e 1.022, II, do CPC e ao art. 58 da Lei n. 11.101/2005
Ratio Decidendi
O Tribunal entendeu que não há nulidade ou omissão nos fundamentos do acórdão recorrido, que a Assembleia Geral de Credores aprovou a venda das UPIs e possui soberania em suas deliberações, cabendo ao Judiciário apenas controle estrito de legalidade, e que para infirmar a conclusão seria necessário reexaminar o conjunto fático-probatório, o que é vedado no recurso especial, motivo pelo qual não se conhece do recurso.
Court Disposition
Não conhecimento do recurso especial
Orders
- Publique-se.
- Intimem-se.
Full Case Text
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