REsp 2134315 - ACORDAO
Negou-se provimento ao agravo interno porque o Tribunal manteve que houve omissão do tribunal de origem quanto à questão relevante sobre a aplicação do §1º do art.19 da Lei nº10.522/2002 em caso de prescrição do crédito tributário; tal omissão persistiu após embargos de declaração, justificando a anulação do acórdão proferido nos aclaratórios e o retorno dos autos ao tribunal de origem para novo julgamento.
- Parties
- Agravante: União Federal (Fazenda Nacional)
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 04 September 2024
- Procedural Posture
- Agravo Interno / Decisão Colegiada (segunda Turma)
- Outcome
- Negado provimento ao agravo interno
- Legal Topics
- Art. 1.022 Do Cpc/2015, Omissão, Recurso Especial, Honorários Advocatícios, Isenção Prevista No §1º Do Art.19 Da Lei Nº 10.522/2002, Prescrição Do Crédito Tributário, Prequestionamento
Case Brief
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Parties
União Federal (Fazenda Nacional)
Agravante
Procedural Posture
Agravo Interno / Decisão Colegiada (segunda Turma)
Legal Issues
- 1 ofensa ao art. 1.022 do CPC/2015 por omissão do Tribunal a quo
- 2 aplicabilidade do §1º do art.19 da Lei nº 10.522/2002 à isenção de honorários advocatícios quando há reconhecimento de prescrição do crédito tributário
- 3 necessidade de prequestionamento para conhecimento do recurso especial (Súmulas 282 e 356 do STF e Súmula 211/STJ)
Ratio Decidendi
Negou-se provimento ao agravo interno porque o Tribunal manteve que houve omissão do tribunal de origem quanto à questão relevante sobre a aplicação do §1º do art.19 da Lei nº10.522/2002 em caso de prescrição do crédito tributário; tal omissão persistiu após embargos de declaração, justificando a anulação do acórdão proferido nos aclaratórios e o retorno dos autos ao tribunal de origem para novo julgamento.
Court Disposition
Negado provimento ao agravo interno
Orders
- Negar provimento ao agravo interno.
- Manter a decisão que reconheceu ofensa ao art. 1.022 do CPC/2015, anulou o acórdão proferido em sede de embargos de declaração e determinou o retorno dos autos ao Tribunal de origem para novo julgamento.
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