REsp 1962865 - DECISAO
O recurso não foi conhecido com base no art. 255, §4º, I, do RISTJ, porque a questão ventilada demanda reexame do conjunto fático-probatório já apreciado pelo Tribunal de origem (reconhecimento parcial de período especial até 29/5/2013 e ausência de PPP ou laudo para período posterior), matéria vedada em Recurso Especial pela Súmula 7/STJ; assim, não há violação jurídica suficiente para conhecimento do recurso.
- Parties
- Recorrente: MARIA CECILIA HAGE CENIZE GUARDIA
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 26 October 2021
- Procedural Posture
- Recurso Especial / Não Conhecimento Do Recurso Especial (decisão De Não Conhecimento)
- Outcome
- Não conheço do recurso especial (art. 255, §4º, I, do RISTJ)
- Legal Topics
- Atividade Especial, Aposentadoria Especial, Agentes Biológicos, Prova, Perfil Profissiográfico Previdenciário (ppp), Laudo Técnico, Súmula 7/stj, Tempus Regit Actum
Case Brief
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Parties
MARIA CECILIA HAGE CENIZE GUARDIA
Recorrente
Procedural Posture
Recurso Especial / Não Conhecimento Do Recurso Especial (decisão De Não Conhecimento)
Legal Issues
- 1 Reconhecimento de atividade especial e contagem do tempo para aposentadoria especial
- 2 Exigência de prova (PPP e laudo técnico) conforme legislação vigente à época do labor
- 3 Possibilidade de fixação do termo final para contagem do tempo especial após emissão do PPP
Ratio Decidendi
O recurso não foi conhecido com base no art. 255, §4º, I, do RISTJ, porque a questão ventilada demanda reexame do conjunto fático-probatório já apreciado pelo Tribunal de origem (reconhecimento parcial de período especial até 29/5/2013 e ausência de PPP ou laudo para período posterior), matéria vedada em Recurso Especial pela Súmula 7/STJ; assim, não há violação jurídica suficiente para conhecimento do recurso.
Court Disposition
Não conheço do recurso especial (art. 255, §4º, I, do RISTJ)
Orders
- Não conheço do recurso especial.
- Caso exista nos autos prévia fixação de honorários sucumbenciais pelas instâncias de origem, majoro, em desfavor da parte recorrente, em 10% (dez por cento) o valor já arbitrado, nos termos do art. 85, § 11, do CPC/2015, observados os limites percentuais aplicáveis e os termos do art. 98, § 3º, do CPC.
Full Case Text
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