AREsp 2888368 - DECISAO
Conheceu-se do agravo para não conhecer do recurso especial porque a decisão impugnada tinha natureza provisória (tutela de urgência) e, portanto, não constituía "causa decidida" passível de recurso especial, além de que eventual reforma exigiria reexame de matérias fático-probatórias vedado pela Súmula 7/STJ; ademais, o Tribunal a quo entendeu pela conformidade constitucional e legal da atribuição, por lei municipal, da concessionária como substituta tributária para cobrança da CIP nas faturas de energia elétrica, não demonstrando direito provável apto a sustentar a suspensão da norma municipal.
- Parties
- Agravante/recorrente: COMPANHIA ENERGÉTICA DE PERNAMBUCO; Agravado/recorrido: MUNICÍPIO DO CABO DE SANTO AGOSTINHO/PE
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 01 July 2025
- Procedural Posture
- Agravo De Instrumento / Recurso Especial / Decisão Sobre Admissibilidade De Recurso Especial (conhecer Do Agravo E Não Conhecer Do Recurso Especial)
- Outcome
- Conheço do agravo para não conhecer do recurso especial.
- Legal Topics
- Cosip/cip, Substituição Tributária, Tutela De Urgência, Admissibilidade De Recurso Especial Contra Decisão Liminar, Súmula 735/stf, Súmula 7/stj
Case Brief
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Parties
COMPANHIA ENERGÉTICA DE PERNAMBUCO
Agravante/recorrente
MUNICÍPIO DO CABO DE SANTO AGOSTINHO/PE
Agravado/recorrido
Procedural Posture
Agravo De Instrumento / Recurso Especial / Decisão Sobre Admissibilidade De Recurso Especial (conhecer Do Agravo E Não Conhecer Do Recurso Especial)
Legal Issues
- 1 Constitucionalidade e legalidade da identificação dos contribuintes da COSIP/CIP com os consumidores de energia elétrica
- 2 Possibilidade de instituição, por lei municipal, da concessionária como substituta tributária para cobrança na fatura de energia elétrica
- 3 Admissibilidade de recurso especial contra acórdão que decidiu questão em caráter liminar/precário
Ratio Decidendi
Conheceu-se do agravo para não conhecer do recurso especial porque a decisão impugnada tinha natureza provisória (tutela de urgência) e, portanto, não constituía "causa decidida" passível de recurso especial, além de que eventual reforma exigiria reexame de matérias fático-probatórias vedado pela Súmula 7/STJ; ademais, o Tribunal a quo entendeu pela conformidade constitucional e legal da atribuição, por lei municipal, da concessionária como substituta tributária para cobrança da CIP nas faturas de energia elétrica, não demonstrando direito provável apto a sustentar a suspensão da norma municipal.
Court Disposition
Conheço do agravo para não conhecer do recurso especial.
Orders
- Publique-se.
- Intimem-se.
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