AREsp 1882563 - ACORDAO

AREsp 1882563 - ACORDAO

O agravo regimental foi desprovido porque o agravante não infirmou, de modo claro, objetivo e específico, todos os fundamentos adotados pela Corte de origem para inadmitir o recurso especial, de modo que o óbice ao reexame fático-probatório (Súmula 7/STJ) e a aplicação da Súmula 182/STJ impõem o não conhecimento do agravo.

Parties
Agravante: ANTONIO MARINHO ALVES
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
31 August 2021
Procedural Posture
Agravo Regimental No Agravo Em Recurso Especial / Julgamento Pela Quinta Turma Decisão Colegiada (negado Provimento)
Outcome
Agravo regimental desprovido
Legal Topics
Calúnia, Impugnação De Decisão De Inadmissão, Súmula 7/stj, Súmula 182/stj, Prequestionamento (súmula 211/stj), Inépcia Da Queixa Crime, Art. 41 CPP, Art. 806 CPP

Case Brief

Summary, issues, holding and outcome

More case intelligence is available

Unlock the full research layer for this judgment.

Full judgment text Downloadable case file Legal principles 5 Authorities cited 12 Party arguments 2
Sign in to unlock

Parties

ANTONIO MARINHO ALVES

Agravante

Procedural Posture

Agravo Regimental No Agravo Em Recurso Especial / Julgamento Pela Quinta Turma Decisão Colegiada (negado Provimento)

  1. 1 Ausência de impugnação específica e fundamentada de todos os fundamentos da decisão que inadmitiu o recurso especial
  2. 2 Impossibilidade de revolvimento do conjunto fático-probatório (Súmula 7/STJ)
  3. 3 Adequação formal da queixa-crime aos requisitos do art. 41 do CPP

Ratio Decidendi

O agravo regimental foi desprovido porque o agravante não infirmou, de modo claro, objetivo e específico, todos os fundamentos adotados pela Corte de origem para inadmitir o recurso especial, de modo que o óbice ao reexame fático-probatório (Súmula 7/STJ) e a aplicação da Súmula 182/STJ impõem o não conhecimento do agravo.

Court Disposition

Agravo regimental desprovido

Orders

  • Negar provimento ao agravo regimental.
  • Manter a decisão monocrática que não conheceu do agravo em recurso especial.