CR 19834 - DECISAO
Concedeu-se o exequatur porque a carta rogatória não fere a soberania nacional, a dignidade humana ou a ordem pública (arts. 216-O e 216-P do RISTJ); como o interessado compareceu espontaneamente e apresentou comprovante de pagamento, a diligência foi cumprida e, nos termos do art. 216-X do RISTJ, determinou-se a devolução dos autos à justiça rogante por intermédio da autoridade central competente, independentemente do trânsito em julgado.
- Parties
- Justiça Rogante: Tribunal Judicial da Comarca de Lisboa; Interessado: Jorge Lopes de Oliveira Caniço
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 11 November 2024
- Procedural Posture
- Carta Rogatória / Decisão De Exequatur E Devolução Dos Autos À Justiça Rogante
- Outcome
- Exequatur concedido; autos devolvidos à Justiça rogante
- Legal Topics
- Carta Rogatória, Exequatur, Intimação, Devolução Dos Autos
Case Brief
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Parties
Tribunal Judicial da Comarca de Lisboa
Justiça Rogante
Jorge Lopes de Oliveira Caniço
Interessado
Procedural Posture
Carta Rogatória / Decisão De Exequatur E Devolução Dos Autos À Justiça Rogante
Legal Issues
- 1 Se a diligência de intimação requerida pela justiça rogante foi cumprida
- 2 Se a carta rogatória contraria a soberania nacional, a dignidade da pessoa humana ou a ordem pública
- 3 Se é necessária a remessa dos autos à Justiça Federal quando a diligência foi cumprida
Ratio Decidendi
Concedeu-se o exequatur porque a carta rogatória não fere a soberania nacional, a dignidade humana ou a ordem pública (arts. 216-O e 216-P do RISTJ); como o interessado compareceu espontaneamente e apresentou comprovante de pagamento, a diligência foi cumprida e, nos termos do art. 216-X do RISTJ, determinou-se a devolução dos autos à justiça rogante por intermédio da autoridade central competente, independentemente do trânsito em julgado.
Court Disposition
Exequatur concedido; autos devolvidos à Justiça rogante
Orders
- Conceder o exequatur com fundamento no art. 216-O c/c art. 216-P do RISTJ
- Determinar a devolução dos autos à Justiça rogante por intermédio da autoridade central competente, com fundamento no art. 216-X do RISTJ, independentemente do trânsito em julgado
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