CR 20902 - DECISAO

CR 20902 - DECISAO

Concedeu-se o exequatur porque a carta rogatória não afronta a soberania nacional, a dignidade da pessoa humana nem a ordem pública (art. 216-O e 216-P do RISTJ); além disso, estando comprovada a intimação pessoal da interessada (AR assinado), consumou-se a diligência requerida e torna-se desnecessária a remessa dos autos à Justiça Federal, devendo os autos ser devolvidos à Justiça rogante por intermédio da autoridade central competente, com fundamento no art. 216-X do RISTJ e em precedente desta Corte.

Parties
Interessada/notificada: Jaqueline Gutz Martins; Justiça Rogante: Juízo da 1ª Vara Cível, Comercial, Trabalhista, Infância e Juventude da Comarca de Minga Porã da VI Comarca de Alto Paraná; Curadora Especial: Defensoria Pública da União; Opinionante: Ministério Público Federal
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
18 December 2024
Procedural Posture
Carta Rogatória / Exequatur Concedido; Devolução Dos Autos À Justiça Rogante
Outcome
Exequatur concedido; autos devolvidos à Justiça rogante por intermédio da autoridade central competente, independentemente do trânsito em julgado.
Legal Topics
Carta Rogatória, Exequatur, Intimação Postal, Devolução Dos Autos

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Parties

Jaqueline Gutz Martins

Interessada/notificada

Juízo da 1ª Vara Cível, Comercial, Trabalhista, Infância e Juventude da Comarca de Minga Porã da VI Comarca de Alto Paraná

Justiça Rogante

Defensoria Pública da União

Curadora Especial

Ministério Público Federal

Opinionante

Procedural Posture

Carta Rogatória / Exequatur Concedido; Devolução Dos Autos À Justiça Rogante

  1. 1 Cabimento de exequatur para carta rogatória enviada pela Justiça estrangeira
  2. 2 Se o cumprimento da diligência suprimiu a necessidade de remessa dos autos à Justiça Federal
  3. 3 Verificação de eventual afronta à soberania nacional, à dignidade da pessoa humana ou à ordem pública

Ratio Decidendi

Concedeu-se o exequatur porque a carta rogatória não afronta a soberania nacional, a dignidade da pessoa humana nem a ordem pública (art. 216-O e 216-P do RISTJ); além disso, estando comprovada a intimação pessoal da interessada (AR assinado), consumou-se a diligência requerida e torna-se desnecessária a remessa dos autos à Justiça Federal, devendo os autos ser devolvidos à Justiça rogante por intermédio da autoridade central competente, com fundamento no art. 216-X do RISTJ e em precedente desta Corte.

Court Disposition

Exequatur concedido; autos devolvidos à Justiça rogante por intermédio da autoridade central competente, independentemente do trânsito em julgado.

Orders

  • Concedo o exequatur com fundamento no art. 216-O, c/c o art. 216-P do RISTJ.
  • Determino a devolução dos autos à Justiça rogante por intermédio da autoridade central competente, com fundamento no art. 216-X do RISTJ, independentemente do trânsito em julgado.