CR 23370 - DECISAO
Concedeu-se o exequatur e aplicou-se o contraditório diferido porque a carta rogatória não afronta a soberania, a dignidade humana ou a ordem pública, e as normas (art. 216-Q, §1º do RISTJ e art. 962, §2º do CPC) autorizam a execução do ato sem prévia oitiva quando a intimação prévia poderia frustrar a finalidade da cooperação e exige-se celeridade.
- Parties
- Parte Interessada: Deoclécio Galdino; Justiça Rogante: Tribunal Judicial da Comarca de Lisboa Oeste - Juízo Local Criminal de Cascais - Juiz 3; Opinante: Ministério Público Federal
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 13 April 2026
- Procedural Posture
- Carta Rogatória / Concessão Do Exequatur
- Outcome
- Exequatur concedido
- Legal Topics
- Carta Rogatória, Exequatur, Contraditório Diferido, Soberania E Ordem Pública
Case Brief
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Parties
Deoclécio Galdino
Parte Interessada
Tribunal Judicial da Comarca de Lisboa Oeste - Juízo Local Criminal de Cascais - Juiz 3
Justiça Rogante
Ministério Público Federal
Opinante
Procedural Posture
Carta Rogatória / Concessão Do Exequatur
Legal Issues
- 1 Concessão do exequatur para cumprimento de carta rogatória
- 2 Aplicação do contraditório diferido face à necessidade de celeridade
- 3 Verificação de afronta à soberania nacional, dignidade da pessoa humana ou ordem pública
Ratio Decidendi
Concedeu-se o exequatur e aplicou-se o contraditório diferido porque a carta rogatória não afronta a soberania, a dignidade humana ou a ordem pública, e as normas (art. 216-Q, §1º do RISTJ e art. 962, §2º do CPC) autorizam a execução do ato sem prévia oitiva quando a intimação prévia poderia frustrar a finalidade da cooperação e exige-se celeridade.
Court Disposition
Exequatur concedido
Orders
- Concessão do exequatur
- Aplicação do contraditório diferido
Full Case Text
Judgment text and source record
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