CR 20620 - DECISAO

CR 20620 - DECISAO

Concedeu-se o exequatur porque a carta rogatória não atenta contra a soberania nacional, a dignidade da pessoa humana ou a ordem pública; tendo sido cumprida a intimação pessoal do interessado (fls. 36-37), consumou-se o objeto da comissão e, por isso, é desnecessária a remessa dos autos à Justiça Federal, determinando-se a devolução dos autos à Justiça rogante por intermédio da autoridade central competente, com fundamento nos arts. 216-O, 216-P e 216-X do RISTJ.

Parties
Interessado/notificado: Clayton Eduardo França Silva (ou Paulo Eduardo Afonso Neto); Justiça Rogante: Tribunal Judicial da Comarca de Braga (Justiça portuguesa); Curadora Especial: Defensoria Pública da União; Parte Opinante: Ministério Público Federal
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
11 March 2025
Procedural Posture
Carta Rogatória / Exequatur Concedido; Diligência Consumada; Determinação De Devolução Dos Autos
Outcome
Exequatur concedido; autos devolvidos à Justiça rogante por intermédio da autoridade central competente.
Legal Topics
Carta Rogatória, Exequatur, Notificação, Julgamento Na Ausência (consentimento), Devolução Dos Autos

Case Brief

Summary, issues, holding and outcome

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Parties

Clayton Eduardo França Silva (ou Paulo Eduardo Afonso Neto)

Interessado/notificado

Tribunal Judicial da Comarca de Braga (Justiça portuguesa)

Justiça Rogante

Defensoria Pública da União

Curadora Especial

Ministério Público Federal

Parte Opinante

Procedural Posture

Carta Rogatória / Exequatur Concedido; Diligência Consumada; Determinação De Devolução Dos Autos

  1. 1 Se existe impedimento à execução da carta rogatória por ofensa à soberania, dignidade humana ou ordem pública
  2. 2 Se deve ser concedido o exequatur para notificar o interessado para que informe se consente em ser julgado na sua ausência
  3. 3 Se, consumada a intimação pessoal, é necessária a remessa dos autos à Justiça Federal ou a devolução à Justiça rogante

Ratio Decidendi

Concedeu-se o exequatur porque a carta rogatória não atenta contra a soberania nacional, a dignidade da pessoa humana ou a ordem pública; tendo sido cumprida a intimação pessoal do interessado (fls. 36-37), consumou-se o objeto da comissão e, por isso, é desnecessária a remessa dos autos à Justiça Federal, determinando-se a devolução dos autos à Justiça rogante por intermédio da autoridade central competente, com fundamento nos arts. 216-O, 216-P e 216-X do RISTJ.

Court Disposition

Exequatur concedido; autos devolvidos à Justiça rogante por intermédio da autoridade central competente.

Orders

  • Concedo o exequatur, com fundamento nos arts. 216-O e 216-P do RISTJ.
  • Determino a devolução dos autos à Justiça rogante por intermédio da autoridade central competente, independentemente do trânsito em julgado, com fundamento no art. 216-X do RISTJ.