CR 22295 - DECISAO

CR 22295 - DECISAO

Concedeu-se o exequatur porque a carta rogatória não contraria soberania, dignidade humana ou ordem pública, a intimação prévia por via postal recebida por terceiro é válida segundo jurisprudência do STJ e não houve nulidade com prejuízo; determinou-se, com fundamento nos arts. 216-O, 216-P e 216-V do RISTJ, a remessa da comissão à Justiça Federal para cumprimento da diligência e eventual notificação pessoal da interessada.

Parties
Parte Interessada: Lucimara Lucena; Curadora Especial: Defensoria Pública da União; Interveniente: Ministério Público Federal
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
29 December 2025
Procedural Posture
Carta Rogatória / Concessão Do Exequatur
Outcome
Exequatur concedido
Legal Topics
Carta Rogatória, Exequatur, Intimação Prévia, Intimação Postal, Nulidade Processual

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Parties

Lucimara Lucena

Parte Interessada

Defensoria Pública da União

Curadora Especial

Ministério Público Federal

Interveniente

Procedural Posture

Carta Rogatória / Concessão Do Exequatur

  1. 1 Validade da intimação prévia por via postal recebida por terceiro
  2. 2 Concessão do exequatur para carta rogatória
  3. 3 Remessa da comissão à Justiça Federal para cumprimento da diligência

Ratio Decidendi

Concedeu-se o exequatur porque a carta rogatória não contraria soberania, dignidade humana ou ordem pública, a intimação prévia por via postal recebida por terceiro é válida segundo jurisprudência do STJ e não houve nulidade com prejuízo; determinou-se, com fundamento nos arts. 216-O, 216-P e 216-V do RISTJ, a remessa da comissão à Justiça Federal para cumprimento da diligência e eventual notificação pessoal da interessada.

Court Disposition

Exequatur concedido

Orders

  • Remeter a comissão à Justiça Federal, Seção Judiciária do Estado do Paraná, para cumprimento da diligência requerida.
  • Cumprir a diligência em 60 dias.