REsp 2162411 - ACORDAO

REsp 2162411 - ACORDAO

Mantida a decisão de primeira instância porque o medicamento requerido é injetável (via endovenosa) e, conforme laudo pericial, é o tratamento indicado, além de exigir supervisão direta de profissional habilitado; por esse motivo não se caracteriza como tratamento domiciliar e sua cobertura é obrigatória pelo plano de saúde, de modo que os argumentos do agravante de ausência no rol da ANS não infirmam a obrigação de custeio no caso concreto.

Parties
Agravante: PORTO SEGURO - SEGURO SAÚDE S.A.
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
05 November 2024
Procedural Posture
Agravo Interno No Recurso Especial / Acórdão
Outcome
Negou provimento ao agravo interno
Legal Topics
Cobertura De Medicamento, Medicação Injetável, Medicação Assistida (home Care), Tratamento Domiciliar, Rol Da ANS, Dano Moral

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Parties

PORTO SEGURO - SEGURO SAÚDE S.A.

Agravante

Procedural Posture

Agravo Interno No Recurso Especial / Acórdão

  1. 1 Incidência da obrigação de cobertura de plano de saúde para medicamento injetável que exige supervisão de profissional habilitado
  2. 2 Caracterização de medicamento como tratamento domiciliar ou medicação assistida
  3. 3 Aplicabilidade do rol da ANS como limite à cobertura

Ratio Decidendi

Mantida a decisão de primeira instância porque o medicamento requerido é injetável (via endovenosa) e, conforme laudo pericial, é o tratamento indicado, além de exigir supervisão direta de profissional habilitado; por esse motivo não se caracteriza como tratamento domiciliar e sua cobertura é obrigatória pelo plano de saúde, de modo que os argumentos do agravante de ausência no rol da ANS não infirmam a obrigação de custeio no caso concreto.

Court Disposition

Negou provimento ao agravo interno

Orders

  • Nega-se provimento ao agravo interno.
  • Ficam as partes cientificadas de que a insistência injustificada no prosseguimento do feito, caracterizada pela oposição de embargos manifestamente inadmissíveis ou protelatórios a este acórdão, ensejará a imposição de multa prevista no art. 1.026, § 2º, do CPC/2015.