AREsp 1902224 - DECISAO

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Conheceu-se do agravo e decidiu-se não conhecer do recurso especial porque não houve prequestionamento sobre o art. 373, I, do CPC no acórdão recorrido (Súmula 211/STJ), os fundamentos do aresto impugnado não foram todos atacados (Súmula 283/STF), e a insurgência demandaria o reexame de fatos e provas, vedado em recurso especial (Súmulas 5 e 7/STJ). Além disso, não há bis in idem, pois não foi comprovado o recolhimento prévio pela empresa de sonorização e as obrigações decorrem de fatos geradores distintos; precedentes e súmulas do STJ respaldam a cobrança de direitos autorais por reprodução em local de frequência coletiva independentemente de finalidade lucrativa.

Parties
Agravante/recorrente: ACADEMIA CORPO E SAUDE LTDA; Agravante/recorrente: LUIS BATISTA SILVA; Agravante/recorrente: PAULA CRISTINA DE OLIVEIRA MANETA; Recorrido/executado: ECAD
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
19 October 2021
Procedural Posture
Agravo Em Recurso Especial / Decisão Sobre Conhecimento Do Agravo (conhecido) E Não Conhecimento Do Recurso Especial
Legal Topics
Cobrança De Direitos Autorais, Bis in Idem, Ônus Da Prova, Prequestionamento, Reexame De Provas Vedado, Honorários Advocatícios

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Parties

ACADEMIA CORPO E SAUDE LTDA

Agravante/recorrente

LUIS BATISTA SILVA

Agravante/recorrente

PAULA CRISTINA DE OLIVEIRA MANETA

Agravante/recorrente

ECAD

Recorrido/executado

Procedural Posture

Agravo Em Recurso Especial / Decisão Sobre Conhecimento Do Agravo (conhecido) E Não Conhecimento Do Recurso Especial

  1. 1 Configuração de bis in idem na cobrança de direitos autorais
  2. 2 Distinção entre obrigação do estabelecimento e da empresa de sonorização
  3. 3 Ônus da prova quanto ao recolhimento pela empresa contratada

Ratio Decidendi

Conheceu-se do agravo e decidiu-se não conhecer do recurso especial porque não houve prequestionamento sobre o art. 373, I, do CPC no acórdão recorrido (Súmula 211/STJ), os fundamentos do aresto impugnado não foram todos atacados (Súmula 283/STF), e a insurgência demandaria o reexame de fatos e provas, vedado em recurso especial (Súmulas 5 e 7/STJ). Além disso, não há bis in idem, pois não foi comprovado o recolhimento prévio pela empresa de sonorização e as obrigações decorrem de fatos geradores distintos; precedentes e súmulas do STJ respaldam a cobrança de direitos autorais por reprodução em local de frequência coletiva independentemente de finalidade lucrativa.