AREsp 1641076 - DECISAO

AREsp 1641076 - DECISAO

O agravo não merece provimento porque a insurgência da União implica reexame de matéria fático-probatória e tentativa de relativizar título judicial transitado em julgado; tal reexame é inviável nos termos da Súmula 7/STJ, e a coisa julgada deve ser preservada; por isso manteve-se o entendimento do Tribunal de origem e negou-se provimento ao agravo.

Parties
Agravante: UNIÃO FEDERAL; Parte Agravada: MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
11 June 2021
Procedural Posture
Agravo Em Recurso Especial / Decisão De Agravo Em Recurso Especial (julgamento No Stj)
Outcome
Agravo em Recurso Especial da União desprovido
Legal Topics
Coisa Julgada, Título Executivo, Incidência Da Súmula 7/stj, Obrigação De Fazer, Tabela SUS, Neofaloplastia

Case Brief

Summary, issues, holding and outcome

More case intelligence is available

Unlock the full research layer for this judgment.

Full judgment text Downloadable case file Legal principles 4 Authorities cited 16 Party arguments 2
Sign in to unlock

Parties

UNIÃO FEDERAL

Agravante

MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL

Parte Agravada

Procedural Posture

Agravo Em Recurso Especial / Decisão De Agravo Em Recurso Especial (julgamento No Stj)

  1. 1 Relativização da coisa julgada por alegada impossibilidade de cumprimento
  2. 2 Necessidade de reexame fático-probatório e vedação pela Súmula 7/STJ
  3. 3 Obrigação de inclusão de procedimentos (neofaloplastia) na tabela do SUS

Ratio Decidendi

O agravo não merece provimento porque a insurgência da União implica reexame de matéria fático-probatória e tentativa de relativizar título judicial transitado em julgado; tal reexame é inviável nos termos da Súmula 7/STJ, e a coisa julgada deve ser preservada; por isso manteve-se o entendimento do Tribunal de origem e negou-se provimento ao agravo.

Court Disposition

Agravo em Recurso Especial da União desprovido

Orders

  • Nega-se provimento ao Agravo em Recurso Especial da União
  • Majoram-se os honorários sucumbenciais em desfavor da parte recorrente em 10% sobre o valor já arbitrado, nos termos do art. 85, §11, do CPC/2015