AREsp 2942168 - ACORDAO

AREsp 2942168 - ACORDAO

Conheceu-se do agravo para não conhecer do recurso especial porque o reconhecimento de ofensa à coisa julgada exigiria o revolvimento de matéria fático-probatória, o que é inviável em recurso especial nos termos da Súmula 7/STJ.

Parties
Agravante: LUIZ ARTHUR CURY E SILVA; Agravados: JOSÉ GILDO SCANDIUZZI e OUTROS; Autor: ESPÓLIO DE JOSÉ GILDO SCANDIUZZI E OUTROS
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
02 October 2025
Procedural Posture
Agravo Em Recurso Especial / Agravo Conhecido Para Não Conhecer Do Recurso Especial (julgamento Decidido Pela Quarta Turma)
Outcome
Agravo conhecido para não conhecer do recurso especial.
Legal Topics
Coisa Julgada, Reexame De Matéria Fático Probatória, Súmula 7/stj, Arts. 502, 503 E 505 Do Cpc/2015

Case Brief

Summary, issues, holding and outcome

More case intelligence is available

Unlock the full research layer for this judgment.

Full judgment text Downloadable case file Legal principles 2 Authorities cited 18 Party arguments 2 Amounts and remedies 1
Sign in to unlock

Parties

LUIZ ARTHUR CURY E SILVA

Agravante

JOSÉ GILDO SCANDIUZZI e OUTROS

Agravados

ESPÓLIO DE JOSÉ GILDO SCANDIUZZI E OUTROS

Autor

Procedural Posture

Agravo Em Recurso Especial / Agravo Conhecido Para Não Conhecer Do Recurso Especial (julgamento Decidido Pela Quarta Turma)

  1. 1 Ofensa à coisa julgada (arts. 502, 503 e 505 do CPC/2015)
  2. 2 Vedação ao reexame de matéria fático-probatória em recurso especial (Súmula 7/STJ)
  3. 3 Limites da coisa julgada quanto a motivos e fundamentos

Ratio Decidendi

Conheceu-se do agravo para não conhecer do recurso especial porque o reconhecimento de ofensa à coisa julgada exigiria o revolvimento de matéria fático-probatória, o que é inviável em recurso especial nos termos da Súmula 7/STJ.

Court Disposition

Agravo conhecido para não conhecer do recurso especial.

Orders

  • Não conhecer do recurso especial.
  • Sem majoração de honorários advocatícios, uma vez que já foram arbitrados no valor máximo previsto no art. 85 do CPC/2015.