EAREsp 1557101 - ACORDAO
Negou-se provimento ao agravo interno porque a conclusão de que há responsabilidade solidária entre as empresas formadoras do consórcio está alinhada ao art.33, inciso V, da Lei 8.666/1993 e à orientação consolidada do Superior Tribunal de Justiça, o que legitima as empresas consorciadas a figurar no polo passivo, e porque a matéria não comporta revisão pelo STJ por envolver reexame de conjunto fático-probatório.
- Parties
- Agravante (consórcio): CONSORCIO NOVA SEDE DO TRF; Agravada (autora Na Origem): União; Integrante Do Consórcio / Parte No Polo Passivo: Via Engenharia S. A.; Integrante Do Consórcio / Parte No Polo Passivo: Construtora OAS Ltda.; Integrante Do Consórcio / Parte No Polo Passivo: Construções e Comércio Camargo Corrêa
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 29 February 2024
- Procedural Posture
- Agravo Interno Em Recurso Especial / Decisão Colegiada (primeira Turma), Julgamento Virtual 20/02/2024 26/02/2024
- Outcome
- Agravo interno improvido (negado provimento)
- Legal Topics
- Consórcio, Responsabilidade Solidária, Legitimidade Passiva, Litisconsórcio Necessário, Lei De Licitação (lei 8.666/1993)
Case Brief
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Parties
CONSORCIO NOVA SEDE DO TRF
Agravante (consórcio)
União
Agravada (autora Na Origem)
Via Engenharia S. A.
Integrante Do Consórcio / Parte No Polo Passivo
Construtora OAS Ltda.
Integrante Do Consórcio / Parte No Polo Passivo
Construções e Comércio Camargo Corrêa
Integrante Do Consórcio / Parte No Polo Passivo
Procedural Posture
Agravo Interno Em Recurso Especial / Decisão Colegiada (primeira Turma), Julgamento Virtual 20/02/2024 26/02/2024
Legal Issues
- 1 Há responsabilidade solidária entre as empresas formadoras do consórcio prevista na Lei 8.666/1993?
- 2 As empresas integrantes do consórcio são legitimadas para figurar no polo passivo da demanda?
- 3 Aplicabilidade das regras do novo CPC (art.114) quanto ao litisconsórcio necessário e limites ao reexame fático-probatório pelo STJ
Ratio Decidendi
Negou-se provimento ao agravo interno porque a conclusão de que há responsabilidade solidária entre as empresas formadoras do consórcio está alinhada ao art.33, inciso V, da Lei 8.666/1993 e à orientação consolidada do Superior Tribunal de Justiça, o que legitima as empresas consorciadas a figurar no polo passivo, e porque a matéria não comporta revisão pelo STJ por envolver reexame de conjunto fático-probatório.
Court Disposition
Agravo interno improvido (negado provimento)
Orders
- Negar provimento ao agravo interno
Full Case Text
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