REsp 1956336 - DECISAO
O recurso especial não foi conhecido por deficiência de fundamentação quanto à alegada violação dos arts. 489 e 1.022 do CPC/2015 (aplicação da Súmula 284 do STF). Quanto à alegada ilegalidade dos decretos que ampliaram finalidades da CDE e à ausência de repasse da União, o Tribunal de origem concluiu pela inexistência de ilegalidade na regulamentação infralegal, com base no amparo da Lei n. 10.438/2002; além disso, a verificação da gestão dos repasses envolve reexame de matéria fático-probatória vedado pelas Súmulas 5 e 7 do STJ. Assim, nos termos do art. 932, III, do CPC/2015, o recurso especial não foi conhecido, ficando prejudicado o recurso adesivo; determinou-se ainda a majoração...
- Parties
- Recorrente: METALURGICA MARTINAZZO LTDA; Recorrida: RGE SUL DISTRIBUIDORA DE ENERGIA S.A.
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 16 September 2021
- Procedural Posture
- Recurso Especial / Decisão De Não Conhecimento (art. 932, Iii, Cpc/2015)
- Outcome
- Recurso especial não conhecido
- Legal Topics
- Conta De Desenvolvimento Energético (cde), Bandeiras Tarifárias, Prequestionamento, Honorários Advocatícios
Case Brief
Summary, issues, holding and outcome
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Parties
METALURGICA MARTINAZZO LTDA
Recorrente
RGE SUL DISTRIBUIDORA DE ENERGIA S.A.
Recorrida
Procedural Posture
Recurso Especial / Decisão De Não Conhecimento (art. 932, Iii, Cpc/2015)
Legal Issues
- 1 Alegada violação dos arts. 489 e 1.022 do CPC/2015 por omissão
- 2 Ilegalidade da instituição/atribuição de custos da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) e ampliação de suas finalidades por decretos
- 3 Obrigação de repasse da União ao custeio da CDE (art. 13 da Lei 10.438/2002)
Ratio Decidendi
O recurso especial não foi conhecido por deficiência de fundamentação quanto à alegada violação dos arts. 489 e 1.022 do CPC/2015 (aplicação da Súmula 284 do STF). Quanto à alegada ilegalidade dos decretos que ampliaram finalidades da CDE e à ausência de repasse da União, o Tribunal de origem concluiu pela inexistência de ilegalidade na regulamentação infralegal, com base no amparo da Lei n. 10.438/2002; além disso, a verificação da gestão dos repasses envolve reexame de matéria fático-probatória vedado pelas Súmulas 5 e 7 do STJ. Assim, nos termos do art. 932, III, do CPC/2015, o recurso especial não foi conhecido, ficando prejudicado o recurso adesivo; determinou-se ainda a majoração...
Court Disposition
Recurso especial não conhecido
Orders
- Não conhecer do recurso especial
- Fica prejudicada a análise do recurso especial adesivo
Full Case Text
Judgment text and source record
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