REsp 1921400 - ACORDAO
Negou-se provimento ao Agravo Interno porque a pretensão do recorrente depende de interpretação de cláusula contratual e de reexame de matéria fático-probatória realizadas pelo Tribunal de origem, providências vedadas em recurso especial nos termos das Súmulas 5 e 7 do STJ; além disso, não se configurou situação que autorizasse a aplicação da multa do art. 1.021, §4º do CPC/2015.
- Parties
- Agravante: Consórcio; Agravado: MUNICÍPIO DE PORTO ALEGRE
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 23 June 2021
- Procedural Posture
- Agravo Interno No Recurso Especial / Julgamento Pela Primeira Turma Decisão Final (negado Provimento)
- Outcome
- Negar provimento ao Agravo Interno
- Legal Topics
- Contrato Administrativo, Reajuste, Equilíbrio Econômico Financeiro, Aplicabilidade Do Cpc/2015, Súmulas 5 E 7 Do STJ, Multa Processual (art. 1.021, §4º, Cpc/2015)
Case Brief
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Parties
Consórcio
Agravante
MUNICÍPIO DE PORTO ALEGRE
Agravado
Procedural Posture
Agravo Interno No Recurso Especial / Julgamento Pela Primeira Turma Decisão Final (negado Provimento)
Legal Issues
- 1 Aplicabilidade do Código de Processo Civil de 2015 ao recurso
- 2 Possibilidade de reexame de cláusulas contratuais e de fatos em recurso especial
- 3 Incidência das Súmulas 5 e 7 do STJ
Ratio Decidendi
Negou-se provimento ao Agravo Interno porque a pretensão do recorrente depende de interpretação de cláusula contratual e de reexame de matéria fático-probatória realizadas pelo Tribunal de origem, providências vedadas em recurso especial nos termos das Súmulas 5 e 7 do STJ; além disso, não se configurou situação que autorizasse a aplicação da multa do art. 1.021, §4º do CPC/2015.
Court Disposition
Negar provimento ao Agravo Interno
Orders
- Agravo Interno improvido
- Deixa-se de impor a multa prevista no art. 1.021, §4º, do CPC/2015
Full Case Text
Judgment text and source record
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