REsp 2229081 - ACORDAO
O Tribunal manteve a conclusão do Tribunal de origem de que o contrato de concessão tinha prazo determinado e não houve cláusula de renovação automática; a denúncia contratual observou os termos pactuados e não houve ato ilícito, abuso de direito ou violação da boa-fé objetiva por parte da concessionária. Ademais, as alegadas violações legais dependem de reapreciação probatória e interpretação contratual, o que é vedado em recurso especial pela Súmula 5 e Súmula 7/STJ. Por esses motivos o recurso foi conhecido em parte e negado provimento; majoraram-se honorários em conformidade com o art. 85, §11, do CPC.
- Parties
- Recorrente: VAMOS SEMINOVOS S/A; Recorrida: DAF Brasil; Autora: BORGATO (sociedade empresária)
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 18 December 2025
- Procedural Posture
- Recurso Especial / Julgado (terceira Turma) Recurso Especial Conhecido Em Parte E Improvido
- Outcome
- Recurso especial conhecido em parte e improvido
- Legal Topics
- Contrato De Concessão Comercial, Rescisão Contratual, Abuso De Direito, Boa Fé Objetiva, Lei Ferrari
Case Brief
Summary, issues, holding and outcome
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Parties
VAMOS SEMINOVOS S/A
Recorrente
DAF Brasil
Recorrida
BORGATO (sociedade empresária)
Autora
Procedural Posture
Recurso Especial / Julgado (terceira Turma) Recurso Especial Conhecido Em Parte E Improvido
Legal Issues
- 1 Se a denúncia do contrato de concessão comercial configurou ato ilícito, rescisão imotivada ou violação à boa-fé objetiva, gerando direito à reparação por danos materiais e morais
- 2 Se houve negativa de prestação jurisdicional por suposta omissão e/ou contradição nos acórdãos proferidos pelo Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo
Ratio Decidendi
O Tribunal manteve a conclusão do Tribunal de origem de que o contrato de concessão tinha prazo determinado e não houve cláusula de renovação automática; a denúncia contratual observou os termos pactuados e não houve ato ilícito, abuso de direito ou violação da boa-fé objetiva por parte da concessionária. Ademais, as alegadas violações legais dependem de reapreciação probatória e interpretação contratual, o que é vedado em recurso especial pela Súmula 5 e Súmula 7/STJ. Por esses motivos o recurso foi conhecido em parte e negado provimento; majoraram-se honorários em conformidade com o art. 85, §11, do CPC.
Court Disposition
Recurso especial conhecido em parte e improvido
Orders
- Recurso especial conhecido em parte e improvido.
- Majoram-se os honorários fixados em desfavor da parte recorrente para 15% sobre o valor atualizado da causa, nos termos do art. 85, §11, do CPC.
Full Case Text
Judgment text and source record
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