AREsp 2507662 - DECISAO
Negou‑se provimento ao agravo porque a alegação de caso fortuito externo (suspensão temporária das atividades pela pandemia) para justificar o atraso implicaria reexame de matéria fático-probatória vedado pela Súmula 7/STJ, e porque a recorrente não demonstrou o dissídio jurisprudencial exigido para conhecimento do recurso especial com fundamento na alínea 'c' do art. 105 da CF.
- Parties
- Autora: autora; Ré: ré
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 20 December 2024
- Procedural Posture
- Agravo Nos Próprios Autos (cpc/2015, Art. 1.042) / Decisão Sobre Admissibilidade De Recurso Especial
- Outcome
- Nego provimento ao agravo
- Legal Topics
- Contrato De Compra E Venda De Imóvel, Inadimplemento, Atraso Na Entrega De Obra, Rescisão Contratual, Devolução De Valores, Caso Fortuito/força Maior, Súmula 543/stj
Case Brief
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Parties
autora
Autora
ré
Ré
Procedural Posture
Agravo Nos Próprios Autos (cpc/2015, Art. 1.042) / Decisão Sobre Admissibilidade De Recurso Especial
Legal Issues
- 1 Se a suspensão temporária das atividades por ocasião da pandemia configura caso fortuito externo que afasta a responsabilidade da construtora
- 2 Aplicação da Súmula 543/STJ quanto à restituição das parcelas pagas em resolução de contrato de promessa de compra e venda submetido ao CDC
- 3 Impossibilidade de reexame de matéria fático-probatória em recurso especial (Súmula 7/STJ)
Ratio Decidendi
Negou‑se provimento ao agravo porque a alegação de caso fortuito externo (suspensão temporária das atividades pela pandemia) para justificar o atraso implicaria reexame de matéria fático-probatória vedado pela Súmula 7/STJ, e porque a recorrente não demonstrou o dissídio jurisprudencial exigido para conhecimento do recurso especial com fundamento na alínea 'c' do art. 105 da CF.
Court Disposition
Nego provimento ao agravo
Orders
- Publique-se.
- Intimem-se.
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