EAREsp 1767282 - ACORDAO
Não foram demonstradas omissão, contradição ou obscuridade nos termos do art. 1.022 do CPC; as matérias suscitadas foram enfrentadas pelo Tribunal de origem e qualquer alteração demandaria reexame fático-probatório vedado pela Súmula 7 do STJ; a análise sobre a cláusula penal compensatória também esbarra nas Súmulas n. 5 e n. 7 (e na Súmula n. 83 quanto à necessidade de comprovação de prejuízo), e os embargos constituíram mero inconformismo manifestamente protelatório, devendo ser rejeitados e sujeitando a parte à multa de 2% sobre o valor atualizado da causa (art. 1.026, §2º, CPC).
- Parties
- Embargante: ITAÚ UNIBANCO VEÍCULO ADMINISTRADORA DE CONSÓRCIOS LTDA.; Autor (ação Civil Pública): INSTITUTO BRASILEIRO DE DEFESA DO CIDADÃO (IBDCI)
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 27 February 2025
- Procedural Posture
- Embargos De Declaração No Agravo Interno No Agravo Interno No Agravo Em Recurso Especial / Julgamento Em Sessão Virtual (18/02/2025 a 24/02/2025), Decisão Colegiada
- Legal Topics
- Contrato De Consórcio, Ação Civil Pública, Legitimidade Ativa Da Associação, Cláusula Penal Compensatória, Embargos De Declaração, Súmulas Do STJ, Multa Por Embargos Protelatórios, Prescrição
Case Brief
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Parties
ITAÚ UNIBANCO VEÍCULO ADMINISTRADORA DE CONSÓRCIOS LTDA.
Embargante
INSTITUTO BRASILEIRO DE DEFESA DO CIDADÃO (IBDCI)
Autor (ação Civil Pública)
Procedural Posture
Embargos De Declaração No Agravo Interno No Agravo Interno No Agravo Em Recurso Especial / Julgamento Em Sessão Virtual (18/02/2025 a 24/02/2025), Decisão Colegiada
Legal Issues
- 1 cabimento de embargos de declaração (art. 1.022 do CPC)
- 2 omissão, contradição ou obscuridade no acórdão
- 3 pertinência temática e desvio de finalidade da associação autora
Ratio Decidendi
Não foram demonstradas omissão, contradição ou obscuridade nos termos do art. 1.022 do CPC; as matérias suscitadas foram enfrentadas pelo Tribunal de origem e qualquer alteração demandaria reexame fático-probatório vedado pela Súmula 7 do STJ; a análise sobre a cláusula penal compensatória também esbarra nas Súmulas n. 5 e n. 7 (e na Súmula n. 83 quanto à necessidade de comprovação de prejuízo), e os embargos constituíram mero inconformismo manifestamente protelatório, devendo ser rejeitados e sujeitando a parte à multa de 2% sobre o valor atualizado da causa (art. 1.026, §2º, CPC).
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