AREsp 2837717 - ACORDAO
Negou-se provimento ao agravo interno porque não se demonstrou omissão, contradição ou carência de fundamentação no acórdão; a alegação de ilegitimidade ativa implicaria, na prática, exame de dispositivo constitucional e de decreto, o que é vedado em recurso especial; a competência da concessionária para cobrar a CIP decorre de legislação local e do Decreto n. 23.499/2002 (ocorrendo o óbice da Súmula 280/STF); e a matéria relativa a caso fortuito/onerosa excessiva foi decidida com base na prova, não havendo demonstração de incapacidade financeira do insurgente, atraindo a Súmula 7/STJ que impede reexame.
- Parties
- Agravante: CLUBE SOCIAL UNIDADE DE VIZINHANÇA DA ASA NORTE; Agravada: Neoenergia Distribuição Brasília S. A.
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 27 May 2025
- Procedural Posture
- Agravo Interno No Agravo Em Recurso Especial / Julgamento Colegiado (sessão Virtual, Segunda Turma)
- Outcome
- Agravo interno desprovido; negar provimento ao recurso
- Legal Topics
- Contribuição De Iluminação Pública (cip), Ilegitimidade Ativa, Omissão E Fundamentação (arts. 489 E 1.022 Cpc), Súmula 280/stf, Súmula 7/stj, Caso Fortuito/teoria Da Imprevisão, Reexame Fático Probatório
Case Brief
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Parties
CLUBE SOCIAL UNIDADE DE VIZINHANÇA DA ASA NORTE
Agravante
Neoenergia Distribuição Brasília S. A.
Agravada
Procedural Posture
Agravo Interno No Agravo Em Recurso Especial / Julgamento Colegiado (sessão Virtual, Segunda Turma)
Legal Issues
- 1 existência ou não de omissão, contradição ou carência de fundamentação nos autos (arts. 489 e 1.022 do CPC)
- 2 ilegitimidade ativa da concessionária de energia para cobrança da CIP
- 3 possibilidade de exame de dispositivo constitucional e de decreto em recurso especial
Ratio Decidendi
Negou-se provimento ao agravo interno porque não se demonstrou omissão, contradição ou carência de fundamentação no acórdão; a alegação de ilegitimidade ativa implicaria, na prática, exame de dispositivo constitucional e de decreto, o que é vedado em recurso especial; a competência da concessionária para cobrar a CIP decorre de legislação local e do Decreto n. 23.499/2002 (ocorrendo o óbice da Súmula 280/STF); e a matéria relativa a caso fortuito/onerosa excessiva foi decidida com base na prova, não havendo demonstração de incapacidade financeira do insurgente, atraindo a Súmula 7/STJ que impede reexame.
Court Disposition
Agravo interno desprovido; negar provimento ao recurso
Orders
- Negar provimento ao agravo interno
- Manter o acórdão recorrido e a decisão que constituiu título executivo no valor indicado
Full Case Text
Judgment text and source record
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