AREsp 2227404 - DECISAO
Conheceu-se do agravo, mas não se conheceu do recurso especial porque a pretensão de reformar a conclusão sobre crime continuado exigiria revolver matéria fático-probatória (vedado pela Súmula 7/STJ), tendo o tribunal de origem considerado inexistente prova de habitualidade e aplicado o art. 71 do CP; ademais, questão suscitada sobre incompatibilidade entre continuidade delitiva e condenação por formação de quadrilha não foi apreciada pelo tribunal a quo, faltando prequestionamento (Súmula 211/STJ), e o recorrente não indicou ofensa ao art. 619 do CPP para caracterizar omissão.
- Parties
- Agravante: MINISTÉRIO PÚBLICO DO PARANÁ; Agravado: LUIS ALEXANDRE BARBOSA; Agravado: SERGIO ROBERTO MONTEIRO; Agravado: EDSON ARTUR BORRIN; Agravado: outros 6 corréus
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 10 December 2024
- Procedural Posture
- Agravo Em Recurso Especial / Decisão: Conheço Do Agravo Para Não Conhecer Do Recurso Especial
- Outcome
- Conheço do agravo para não conhecer do recurso especial.
- Legal Topics
- Crime Continuado, Habitualidade, Peculato, Formação De Quadrilha, Prequestionamento, Súmula 7/stj, Súmula 211/stj, Art. 71 Do Código Penal, Art. 619 Do Código De Processo Penal
Case Brief
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Parties
MINISTÉRIO PÚBLICO DO PARANÁ
Agravante
LUIS ALEXANDRE BARBOSA
Agravado
SERGIO ROBERTO MONTEIRO
Agravado
EDSON ARTUR BORRIN
Agravado
outros 6 corréus
Agravado
Procedural Posture
Agravo Em Recurso Especial / Decisão: Conheço Do Agravo Para Não Conhecer Do Recurso Especial
Legal Issues
- 1 Incidência do crime continuado (art. 71 CP)
- 2 Efeito da habitualidade sobre a continuidade delitiva
- 3 Prequestionamento e omissão do tribunal a quo
Ratio Decidendi
Conheceu-se do agravo, mas não se conheceu do recurso especial porque a pretensão de reformar a conclusão sobre crime continuado exigiria revolver matéria fático-probatória (vedado pela Súmula 7/STJ), tendo o tribunal de origem considerado inexistente prova de habitualidade e aplicado o art. 71 do CP; ademais, questão suscitada sobre incompatibilidade entre continuidade delitiva e condenação por formação de quadrilha não foi apreciada pelo tribunal a quo, faltando prequestionamento (Súmula 211/STJ), e o recorrente não indicou ofensa ao art. 619 do CPP para caracterizar omissão.
Court Disposition
Conheço do agravo para não conhecer do recurso especial.
Orders
- Intimem-se.
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