AREsp 2449889 - ACORDAO

AREsp 2449889 - ACORDAO

Negou-se provimento ao agravo interno porque a pretensão de modificar os limites do título executivo judicial exigiria revolver matéria fática e provas, providência vedada ao recurso especial pela Súmula 7 do STJ; ademais, o tribunal de origem concluiu que o título exigia a observância da prescrição quinquenal quanto às verbas vencidas, não havendo elementos a ensejar revisão nessa via.

Parties
Agravante: CARLINDO FAGUNDES; Agravado: INSS
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
29 November 2024
Procedural Posture
Agravo Interno Em Recurso Especial / Julgado Pela Primeira Turma
Outcome
Agravo interno desprovido
Legal Topics
Cumprimento De Sentença, Prescrição Quinquenal, Coisa Julgada, Súmula 7/stj, Reexame De Provas

Case Brief

Summary, issues, holding and outcome

More case intelligence is available

Unlock the full research layer for this judgment.

Full judgment text Downloadable case file Legal principles 4 Authorities cited 16 Party arguments 2 Amounts and remedies 4
Sign in to unlock

Parties

CARLINDO FAGUNDES

Agravante

INSS

Agravado

Procedural Posture

Agravo Interno Em Recurso Especial / Julgado Pela Primeira Turma

  1. 1 Possibilidade de revisão dos limites do título executivo judicial em recurso especial
  2. 2 Aplicabilidade da prescrição quinquenal no cumprimento de sentença
  3. 3 Incidência da Súmula 7 do STJ que veda o reexame de matéria fática em recurso especial

Ratio Decidendi

Negou-se provimento ao agravo interno porque a pretensão de modificar os limites do título executivo judicial exigiria revolver matéria fática e provas, providência vedada ao recurso especial pela Súmula 7 do STJ; ademais, o tribunal de origem concluiu que o título exigia a observância da prescrição quinquenal quanto às verbas vencidas, não havendo elementos a ensejar revisão nessa via.

Court Disposition

Agravo interno desprovido

Orders

  • Negar provimento ao agravo interno
  • Deixar de aplicar a sanção prevista no art. 1.021, § 4º, do CPC/2015