AREsp 2806399 - DECISAO
Conheceu-se do agravo, mas não conheceu-se do recurso especial porque a agravante não demonstrou violação do art. 525, §§ 4º e 5º do CPC; não houve prequestionamento, pois o acórdão recorrido não decidiu sobre os dispositivos indicados; e não se comprovou dissídio jurisprudencial por falta de cotejo analítico e de similitude fática, nos termos das súmulas e dispositivos aplicáveis.
- Parties
- Agravante: ANA LUZELIA DE ANDRADE MELO SOUZA; Agravada: UP BRASIL ADMINISTRACAO E SERVICOS LTDA
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 09 June 2025
- Procedural Posture
- Agravo Em Recurso Especial / Juízo De Admissibilidade Do Recurso Especial
- Outcome
- CONHEÇO do agravo e, com fundamento no art. 932, III, do CPC, NÃO CONHEÇO do recurso especial.
- Legal Topics
- Cumprimento De Sentença, Prequestionamento, Dissídio Jurisprudencial, Fundamentação Deficiente, Honorários De Sucumbência Recursal, Súmula 282/stf, Súmula 284/stf
Case Brief
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Parties
ANA LUZELIA DE ANDRADE MELO SOUZA
Agravante
UP BRASIL ADMINISTRACAO E SERVICOS LTDA
Agravada
Procedural Posture
Agravo Em Recurso Especial / Juízo De Admissibilidade Do Recurso Especial
Legal Issues
- 1 Violação alegada do art. 525, §§ 4º e 5º do CPC
- 2 Deficiência de fundamentação do recurso
- 3 Ausência de prequestionamento
Ratio Decidendi
Conheceu-se do agravo, mas não conheceu-se do recurso especial porque a agravante não demonstrou violação do art. 525, §§ 4º e 5º do CPC; não houve prequestionamento, pois o acórdão recorrido não decidiu sobre os dispositivos indicados; e não se comprovou dissídio jurisprudencial por falta de cotejo analítico e de similitude fática, nos termos das súmulas e dispositivos aplicáveis.
Court Disposition
CONHEÇO do agravo e, com fundamento no art. 932, III, do CPC, NÃO CONHEÇO do recurso especial.
Orders
- Deixo de majorar os honorários de sucumbência recursal, visto que não foram arbitrados na instância de origem.
- Previno as partes que a interposição de recurso contra esta decisão, se declarado manifestamente inadmissível, protelatório ou improcedente, poderá acarretar na condenação às penalidades fixadas nos arts. 1.021, § 4º, e 1.026, § 2º, do CPC.
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