AREsp 1027166 - ACORDAO
Alegação de ilegitimidade passiva ad causam já havia sido previamente examinada na instância competente sem impugnação no momento processual oportuno, constituindo coisa julgada material e preclusão pro judicato, de modo que não se admite sua rediscussão nem há omissão a ser sanada; por isso, nega-se provimento ao agravo interno.
- Parties
- Agravante: BANCO BRADESCO S/A; Agravado: ENGECOL INCORPORACOES E CONSTRUCOES LTDA - ME
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 01 February 2021
- Procedural Posture
- Agravo Interno No Agravo Em Recurso Especial / Julgamento Colegiado (quarta Turma) Agravo Interno a Que Se Nega Provimento
- Outcome
- Agravo interno a que se nega provimento
- Legal Topics
- Cumprimento De Sentença, Ilegitimidade Passiva Ad Causam, Coisa Julgada Material, Preclusão Pro Judicato, Omissão/embargos De Declaração
Case Brief
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Parties
BANCO BRADESCO S/A
Agravante
ENGECOL INCORPORACOES E CONSTRUCOES LTDA - ME
Agravado
Procedural Posture
Agravo Interno No Agravo Em Recurso Especial / Julgamento Colegiado (quarta Turma) Agravo Interno a Que Se Nega Provimento
Legal Issues
- 1 Preclusão pro judicato sobre alegação de ilegitimidade passiva
- 2 Se houve omissão a ser sanada por embargos de declaração
- 3 Se a matéria relativa à incorporação/cessão de ações permite rediscussão após coisa julgada
Ratio Decidendi
Alegação de ilegitimidade passiva ad causam já havia sido previamente examinada na instância competente sem impugnação no momento processual oportuno, constituindo coisa julgada material e preclusão pro judicato, de modo que não se admite sua rediscussão nem há omissão a ser sanada; por isso, nega-se provimento ao agravo interno.
Court Disposition
Agravo interno a que se nega provimento
Orders
- Negar provimento ao agravo interno
- Julgado prejudicado o pedido de atribuição de efeito suspensivo ao recurso
Full Case Text
Judgment text and source record
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