REsp 2188738 - DECISAO
O Relator concluiu, em cognição sumária, que a cobrança do DIFAL em operações interestaduais destinadas a consumidor final contribuinte é compatível com o ordenamento jurídico, por previsão constitucional e regulamentação pela Lei Complementar n. 87/1996 e pela legislação estadual (Lei n. 10.297/1996), de modo que a Lei Complementar n. 190/2022 apenas detalhou relação já existente; ademais, a Recorrente não demonstrou violação concreta de dispositivo de lei federal apto a infirmar o acórdão recorrido nem omissão que justificasse acolhimento dos embargos declaratórios, razão pela qual o recurso especial foi conhecido em parte e negado provimento.
- Parties
- Recorrente: IRANI PAPEL E EMBALAGEM S.A.; Recorrido: ESTADO DE SANTA CATARINA
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 29 May 2025
- Procedural Posture
- Recurso Especial / Conhecimento E Julgamento (recurso Conhecido Em Parte E Negado Provimento)
- Outcome
- CONHEÇO EM PARTE do Recurso Especial e NEGO-LHE PROVIMENTO.
- Legal Topics
- DIFAL, ICMS, Lei Complementar N. 87/1996 (lei Kandir), Lei Complementar N. 190/2022, Anterioridade Nonagesimal
Case Brief
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Parties
IRANI PAPEL E EMBALAGEM S.A.
Recorrente
ESTADO DE SANTA CATARINA
Recorrido
Procedural Posture
Recurso Especial / Conhecimento E Julgamento (recurso Conhecido Em Parte E Negado Provimento)
Legal Issues
- 1 Aplicação da anterioridade nonagesimal à cobrança do DIFAL em operações interestaduais destinadas a consumidor final contribuinte
- 2 Necessidade de lei complementar federal ou de regulamentação estadual para a cobrança do diferencial de alíquota (DIFAL)
- 3 Incidência e interpretação da Lei Complementar n. 87/1996 (Lei Kandir) e da legislação estadual (Lei n. 10.297/1996)
Ratio Decidendi
O Relator concluiu, em cognição sumária, que a cobrança do DIFAL em operações interestaduais destinadas a consumidor final contribuinte é compatível com o ordenamento jurídico, por previsão constitucional e regulamentação pela Lei Complementar n. 87/1996 e pela legislação estadual (Lei n. 10.297/1996), de modo que a Lei Complementar n. 190/2022 apenas detalhou relação já existente; ademais, a Recorrente não demonstrou violação concreta de dispositivo de lei federal apto a infirmar o acórdão recorrido nem omissão que justificasse acolhimento dos embargos declaratórios, razão pela qual o recurso especial foi conhecido em parte e negado provimento.
Court Disposition
CONHEÇO EM PARTE do Recurso Especial e NEGO-LHE PROVIMENTO.
Orders
- Publique-se e intimem-se.
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