REsp 2200495 - DECISAO
Negou-se provimento ao recurso especial porque o Tribunal de origem, com base no conjunto fático-probatório, concluiu que não houve dano moral indenizável — entendendo que a ocorrência de empréstimo consignado fraudulento, isoladamente, não configura dano moral sem circunstâncias agravantes — e a reforma dessa conclusão exigiria reexame de provas, o que é vedado pela Súmula 7/STJ; por isso o recurso não merece provimento.
- Parties
- Recorrente: ELZA DO CARMO DA SILVA; Recorrido: instituição financeira
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 01 April 2025
- Procedural Posture
- Recurso Especial / Decisão: Recurso Especial Negado (nego Provimento Ao Recurso Especial)
- Outcome
- Nego provimento ao recurso especial
- Legal Topics
- Dano Moral, Fraude Bancária, Empréstimo Consignado, Reexame De Provas (súmula 7/stj), Dissídio Jurisprudencial
Case Brief
Summary, issues, holding and outcome
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Parties
ELZA DO CARMO DA SILVA
Recorrente
instituição financeira
Recorrido
Procedural Posture
Recurso Especial / Decisão: Recurso Especial Negado (nego Provimento Ao Recurso Especial)
Legal Issues
- 1 Caracterização de dano moral em caso de empréstimo consignado fraudulento
- 2 Responsabilidade da instituição financeira por fraude bancária
- 3 Aplicação da Súmula 7/STJ e vedação ao reexame de provas
Ratio Decidendi
Negou-se provimento ao recurso especial porque o Tribunal de origem, com base no conjunto fático-probatório, concluiu que não houve dano moral indenizável — entendendo que a ocorrência de empréstimo consignado fraudulento, isoladamente, não configura dano moral sem circunstâncias agravantes — e a reforma dessa conclusão exigiria reexame de provas, o que é vedado pela Súmula 7/STJ; por isso o recurso não merece provimento.
Court Disposition
Nego provimento ao recurso especial
Orders
- Nego provimento ao recurso especial
- Publique-se
Full Case Text
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