AREsp 2697548 - ACORDAO

AREsp 2697548 - ACORDAO

Negou-se provimento ao agravo interno porque o Tribunal de origem, com base nas provas, adequadamente reduziu o valor da indenização por danos morais em observância aos princípios da proporcionalidade e razoabilidade, e o exame da pretensão exigiria reanálise de fatos e provas, o que é vedado pela Súmula 7 do STJ.

Parties
Agravante: LEONARDO BARBOSA CAMANHO DA SILVEIRA
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
29 May 2025
Procedural Posture
Agravo Interno No Agravo Em Recurso Especial / Julgamento Colegiado (sessão Virtual 15/05/2025 a 21/05/2025)
Outcome
Agravo interno desprovido (negado provimento ao recurso)
Legal Topics
Dano Moral, Indenização, Súmula 7/stj, Responsabilidade Civil, Punição Disciplinar, Redução Do Valor Da Indenização, Reexame Do Contexto Fático Probatório

Case Brief

Summary, issues, holding and outcome

More case intelligence is available

Unlock the full research layer for this judgment.

Full judgment text Downloadable case file Legal principles 4 Authorities cited 6 Party arguments 2 Amounts and remedies 1
Sign in to unlock

Parties

LEONARDO BARBOSA CAMANHO DA SILVEIRA

Agravante

Procedural Posture

Agravo Interno No Agravo Em Recurso Especial / Julgamento Colegiado (sessão Virtual 15/05/2025 a 21/05/2025)

  1. 1 Cabimento de indenização por dano moral decorrente de punição disciplinar militar
  2. 2 Possibilidade de redução do quantum indenizatório pelo tribunal de origem
  3. 3 Incidência da Súmula 7 do STJ impedindo o reexame do contexto fático-probatório

Ratio Decidendi

Negou-se provimento ao agravo interno porque o Tribunal de origem, com base nas provas, adequadamente reduziu o valor da indenização por danos morais em observância aos princípios da proporcionalidade e razoabilidade, e o exame da pretensão exigiria reanálise de fatos e provas, o que é vedado pela Súmula 7 do STJ.

Court Disposition

Agravo interno desprovido (negado provimento ao recurso)

Orders

  • Negar provimento ao agravo interno
  • Manter a decisão que reduziu a indenização por danos morais para R$ 4.000,00