AREsp 2865507 - ACORDAO
Conheceu-se parcialmente do agravo e negou-se provimento porque o Tribunal de origem fundamentou adequadamente suas razões (não havendo omissão), a matéria relativa à necessidade de prova pericial e à existência de culpa/excludente é fática e encontra óbice à reavaliação pelo STJ pela Súmula nº 7, e a responsabilidade objetiva da instituição financeira por roubo no interior da agência e o montante indenizatório de R$ 20.000,00 mostram-se compatíveis com a jurisprudência e não configuram irrisoriedade ou exorbitância que autorizem alteração pelo Superior Tribunal de Justiça.
- Parties
- Agravante: BANCO COOPERATIVO SICREDI S.A.
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 29 August 2025
- Procedural Posture
- Agravo Em Recurso Especial / Julgamento Colegiado Pela Terceira Turma Em Sessão Virtual De 19/08/2025 a 25/08/2025 Decisão Final (conhecer Parcialmente E Negar Provimento)
- Legal Topics
- Dano Moral, Cerceamento De Defesa, Ilegitimidade Passiva, Culpa Exclusiva De Terceiro, Fortuito Interno, Súmula Nº 7/stj, Quantum Indenizatório
Case Brief
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Parties
BANCO COOPERATIVO SICREDI S.A.
Agravante
Procedural Posture
Agravo Em Recurso Especial / Julgamento Colegiado Pela Terceira Turma Em Sessão Virtual De 19/08/2025 a 25/08/2025 Decisão Final (conhecer Parcialmente E Negar Provimento)
Legal Issues
- 1 Existência ou não de omissão/negativa de prestação jurisdicional pelo Tribunal de origem
- 2 Alegado cerceamento de defesa pela recusa da prova pericial
- 3 Ilegitimidade passiva da instituição financeira em face do dever do Estado de garantir segurança pública
Ratio Decidendi
Conheceu-se parcialmente do agravo e negou-se provimento porque o Tribunal de origem fundamentou adequadamente suas razões (não havendo omissão), a matéria relativa à necessidade de prova pericial e à existência de culpa/excludente é fática e encontra óbice à reavaliação pelo STJ pela Súmula nº 7, e a responsabilidade objetiva da instituição financeira por roubo no interior da agência e o montante indenizatório de R$ 20.000,00 mostram-se compatíveis com a jurisprudência e não configuram irrisoriedade ou exorbitância que autorizem alteração pelo Superior Tribunal de Justiça.
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