AREsp 1735786 - ACORDAO

AREsp 1735786 - ACORDAO

O agravo interno foi improvido porque a alegação de omissão relativa à alcoolemia da vítima não foi prequestionada na origem, incidindo as Súmulas 282 e 356 do STF, e porque o valor fixado de R$ 150.000,00 a título de danos morais não se mostra excessivo ou ínfimo, de modo que sua revisão configuraria reexame de provas vedado pela Súmula 7 do STJ.

Parties
Agravante: SADA TRANSPORTES E ARMAZENAGENS LTDA.
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
03 March 2021
Procedural Posture
Agravo Interno No Agravo Em Recurso Especial / Julgamento Terceira Turma
Outcome
Agravo interno improvido; negar provimento ao recurso
Legal Topics
Danos Morais, Prequestionamento, Súmula 7/stj, Súmulas 282 E 356/stf, Alcoolemia Da Vítima, Quantum Indenizatório

Case Brief

Summary, issues, holding and outcome

More case intelligence is available

Unlock the full research layer for this judgment.

Full judgment text Downloadable case file Legal principles 4 Authorities cited 13 Party arguments 1 Amounts and remedies 5
Sign in to unlock

Parties

SADA TRANSPORTES E ARMAZENAGENS LTDA.

Agravante

Procedural Posture

Agravo Interno No Agravo Em Recurso Especial / Julgamento Terceira Turma

  1. 1 Alegação de omissão quanto à alcoolemia da vítima e ausência de prequestionamento
  2. 2 Possibilidade de revisão do quantum indenizatório em recurso especial à luz da Súmula 7/STJ
  3. 3 Alegada violação aos arts. 11 e 489 do CPC/2015 e dispositivos civis (arts. 944 e 945 CC)

Ratio Decidendi

O agravo interno foi improvido porque a alegação de omissão relativa à alcoolemia da vítima não foi prequestionada na origem, incidindo as Súmulas 282 e 356 do STF, e porque o valor fixado de R$ 150.000,00 a título de danos morais não se mostra excessivo ou ínfimo, de modo que sua revisão configuraria reexame de provas vedado pela Súmula 7 do STJ.

Court Disposition

Agravo interno improvido; negar provimento ao recurso

Orders

  • Negar provimento ao agravo interno
  • Manter a decisão da Presidência que conheceu do agravo para não conhecer do recurso especial