AREsp 2549261 - DECISAO

AREsp 2549261 - DECISAO

Conheceu-se do agravo e decidiu-se não conhecer do recurso especial porque o Tribunal de origem motivadamente concluiu que as provas produzidas na fase policial foram juntadas aos autos e enfrentadas no contraditório, não havendo violação do art. 155 do CPP, e porque o reexame da avaliação probatória implicaria revolvimento de fatos e provas vedado pela Súmula 7/STJ.

Parties
Agravante/recorrente: VERA LIGIA GUIMARAES; Órgão Prolator Da Decisão Recorrida: TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 4ª REGIÃO; Parte Que Se Manifestou Nos Autos: MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
01 August 2024
Procedural Posture
Agravo Em Recurso Especial / Conhecimento Do Agravo; Não Conhecimento Do Recurso Especial
Legal Topics
Descaminho, Valoração De Provas Produzidas Na Fase Policial, Contraditório E Ampla Defesa, Súmula 7/stj, Suspensão Condicional Do Processo, Princípio Da Insignificância

Case Brief

Summary, issues, holding and outcome

More case intelligence is available

Unlock the full research layer for this judgment.

Full judgment text Downloadable case file Legal principles 4 Party arguments 2
Sign in to unlock

Parties

VERA LIGIA GUIMARAES

Agravante/recorrente

TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 4ª REGIÃO

Órgão Prolator Da Decisão Recorrida

MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL

Parte Que Se Manifestou Nos Autos

Procedural Posture

Agravo Em Recurso Especial / Conhecimento Do Agravo; Não Conhecimento Do Recurso Especial

  1. 1 Violação do art. 155 do Código de Processo Penal
  2. 2 Violação do art. 386, VII, do Código de Processo Penal
  3. 3 Possibilidade de valoração de provas produzidas em inquérito quando submetidas ao contraditório

Ratio Decidendi

Conheceu-se do agravo e decidiu-se não conhecer do recurso especial porque o Tribunal de origem motivadamente concluiu que as provas produzidas na fase policial foram juntadas aos autos e enfrentadas no contraditório, não havendo violação do art. 155 do CPP, e porque o reexame da avaliação probatória implicaria revolvimento de fatos e provas vedado pela Súmula 7/STJ.