AREsp 1884397 - ACORDAO
O agravo interno foi negado provimento porque as alegadas violações legais não foram devidamente prequestionadas pelo acórdão recorrido ou pelos embargos de declaração sem indicação de ofensa ao art. 1.022 do CPC/2015, impedindo o conhecimento do recurso especial; ademais, as teses dos agravantes implicariam reexame de fatos e provas sobre a existência de grupo econômico e confusão patrimonial, óbice às Súmulas 5 e 7 do STJ; e, quanto à desconsideração da personalidade jurídica, a decisão estadual está em consonância com precedentes que admitem sua decretação na vigência do CPC/1973 sem prévia citação e, em relação de consumo, com base no art. 28 do CDC (teoria menor).
- Parties
- AGRAVANTE: ANDRE CAMARGO MENDES PEREIRA; AGRAVANTE: IGNEZ CAMARGO MENDES PEREIRA; AGRAVANTE: JOSE MENDES PEREIRA JUNIOR; AGRAVANTE: LUIZ CAMARGO MENDES PEREIRA; AGRAVANTE: RAQUEL CAMARGO MENDES FERREIRA; AGRAVADO: FERNANDO DE ALMEIDA GALDINO
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 28 October 2021
- Procedural Posture
- Agravo Interno No Agravo Em Recurso Especial / Julgamento Colegiado Decisão De Negar Provimento Ao Agravo Interno
- Legal Topics
- Desconsideração Da Personalidade Jurídica, Grupo Econômico Familiar, Prequestionamento, Súmulas Do STJ E STF, Teoria Menor (art. 28 Do Cdc), Proibição De Reexame De Fatos (súmulas 5 E 7)
Case Brief
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Parties
ANDRE CAMARGO MENDES PEREIRA
AGRAVANTE
IGNEZ CAMARGO MENDES PEREIRA
AGRAVANTE
JOSE MENDES PEREIRA JUNIOR
AGRAVANTE
LUIZ CAMARGO MENDES PEREIRA
AGRAVANTE
RAQUEL CAMARGO MENDES FERREIRA
AGRAVANTE
FERNANDO DE ALMEIDA GALDINO
AGRAVADO
Procedural Posture
Agravo Interno No Agravo Em Recurso Especial / Julgamento Colegiado Decisão De Negar Provimento Ao Agravo Interno
Legal Issues
- 1 Existência de prequestionamento das normas apontadas no recurso especial
- 2 Possibilidade de desconsideração da personalidade jurídica sem prévia citação na vigência do CPC/1973
- 3 Caracterização de grupo econômico familiar e confusão patrimonial
Ratio Decidendi
O agravo interno foi negado provimento porque as alegadas violações legais não foram devidamente prequestionadas pelo acórdão recorrido ou pelos embargos de declaração sem indicação de ofensa ao art. 1.022 do CPC/2015, impedindo o conhecimento do recurso especial; ademais, as teses dos agravantes implicariam reexame de fatos e provas sobre a existência de grupo econômico e confusão patrimonial, óbice às Súmulas 5 e 7 do STJ; e, quanto à desconsideração da personalidade jurídica, a decisão estadual está em consonância com precedentes que admitem sua decretação na vigência do CPC/1973 sem prévia citação e, em relação de consumo, com base no art. 28 do CDC (teoria menor).
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