AREsp 2923830 - DECISAO

AREsp 2923830 - DECISAO

Conheceu-se do agravo e negou-se provimento ao recurso especial, por entender que, na hipótese concreta, o alegado consentimento da vítima não foi apto a excluir a tipicidade do crime previsto no art. 24-A da Lei 11.340/2006, diante da intimidação e das lesões graves sofridas, e que a apreciação em sentido contrário demandaria reexame do conjunto fático-probatório vedado pela Súmula 7/STJ; o agravo foi conhecido e decidido com fundamento no art. 253, parágrafo único, II, "b", do RISTJ.

Parties
Recorrente: MARCOS WILLIAN DA SILVA QUEIROZ; Tribunal De Origem: TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MATO GROSSO; Manifestante: MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
28 May 2025
Procedural Posture
Agravo Em Recurso Especial / Conhecimento Do Agravo; Decidido (conhecido E Negado Provimento Ao Recurso Especial)
Legal Topics
Descumprimento De Medida Protetiva, Consentimento Da Vítima, Atipicidade, Súmula 7/stj, Súmula 83/stj, Dosimetria

Case Brief

Summary, issues, holding and outcome

More case intelligence is available

Unlock the full research layer for this judgment.

Full judgment text Downloadable case file Legal principles 4 Party arguments 2
Sign in to unlock

Parties

MARCOS WILLIAN DA SILVA QUEIROZ

Recorrente

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MATO GROSSO

Tribunal De Origem

MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL

Manifestante

Procedural Posture

Agravo Em Recurso Especial / Conhecimento Do Agravo; Decidido (conhecido E Negado Provimento Ao Recurso Especial)

  1. 1 Se o consentimento da vítima afasta a tipicidade do crime previsto no art. 24-A da Lei 11.340/2006
  2. 2 Se, na hipótese concreta, o consentimento deveria excluir a ilicitude ou atipicidade
  3. 3 Aplicação das Súmulas 7 e 83 do STJ na revisão do acervo fático-probatório

Ratio Decidendi

Conheceu-se do agravo e negou-se provimento ao recurso especial, por entender que, na hipótese concreta, o alegado consentimento da vítima não foi apto a excluir a tipicidade do crime previsto no art. 24-A da Lei 11.340/2006, diante da intimidação e das lesões graves sofridas, e que a apreciação em sentido contrário demandaria reexame do conjunto fático-probatório vedado pela Súmula 7/STJ; o agravo foi conhecido e decidido com fundamento no art. 253, parágrafo único, II, "b", do RISTJ.