REsp 2212533 - DECISAO
O recurso foi negado provimento porque a alegação de que o inciso VIII do art.32 do Decreto nº 59.566/66 condicionaria a aplicação do inciso I é improcedente: os incisos são hipóteses autônomas; além disso, houve deficiência na fundamentação e ausência de prequestionamento das teses suscitadas, atraindo os óbices...
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- Parties
- Recorrente: INDUSTRIA E COMERCIO N.F. LTDA
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 28 October 2025
- Procedural Posture
- Recurso Especial / Decisão De Mérito Recurso Negado Provimento
- Outcome
- Recurso especial desprovido (negado provimento)
- Legal Topics
- Despejo Por Decurso De Prazo, Arrendamento Rural, Prequestionamento, Interpretação De Decreto Administrativo, Súmulas Constitucionais E Do STJ
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Parties
INDUSTRIA E COMERCIO N.F. LTDA
Recorrente
Procedural Posture
Recurso Especial / Decisão De Mérito Recurso Negado Provimento
Legal Issues
- 1 Incidência do art.32, I e VIII, do Decreto nº 59.566/66 e se o inciso VIII condiciona a aplicação do inciso I
- 2 Existência de prequestionamento e aplicação das Súmulas 284 do STF e 211 do STJ
- 3 Regularidade de representação e requisitos formais para pedido de efeito suspensivo
Ratio Decidendi
O recurso foi negado provimento porque a alegação de que o inciso VIII do art.32 do Decreto nº 59.566/66 condicionaria a aplicação do inciso I é improcedente: os incisos são hipóteses autônomas; além disso, houve deficiência na fundamentação e ausência de prequestionamento das teses suscitadas, atraindo os óbices das Súmulas 284 do STF e 211 do STJ, de modo que não se autorizou a reforma do acórdão do Tribunal de Justiça de Minas Gerais, que manteve a sentença e reconheceu cumpridos os requisitos do Decreto para o despejo.
Court Disposition
Recurso especial desprovido (negado provimento)
Orders
- Negar provimento ao recurso especial interposto por INDUSTRIA E COMERCIO N.F. LTDA
- Manter o acórdão do Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais que confirmou a sentença de despejo
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DECISÃO Cuida-se de recurso especial, interposto por INDUSTRIA E COMERCIO N.F. LTDA, com fulcro no art. 105, III, "a", da Constituição Federal, contra acórdão proferido pelo Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais, assim ementado (fl. 147, e-STJ): EMENTA: APELAÇÃO CÍVEL - AÇÃO DE DESPEJO POR DECURSO DE PRAZO - PEDIDO DE EFEITO SUSPENSIVO - INOBSERVÂNCIA DO ART. 1.012, §3º DO CPC E ART. 375-A DO RITJMG - CERCEAMENTO DE DEFESA - NÃO CONFIGURAÇÃO - IRREGULARIDADE DE REPRESENTAÇÃO - INOCORRÊNCIA - ARRENDAMENTO DE IMÓVEL RURAL - EXTRAÇÃO DE AREIA E CASCALHO - TÉRMINO DA RENOVAÇÃO - NOTIFICAÇÃO EMITIDA POR CARTÓRIO - DECRETO Nº 59.566/66 - REQUISITOS PRESENTES - SENTENÇA MANTIDA. - O pedido de concessão de efeito suspensivo deve ser formulado de forma incidental, em petição apartada dos autos, não na própria apelação, a teor do art. 1.012, §3º do CPC e art. 375-A do RITJMG. - Nos termos do art. 370 do CPC, o julgador é o verdadeiro destinatário da prova, a qual visa a formação do seu convencimento. Cabe a ele, portanto, avaliar a necessidade de produção de cada um dos meios probatórios postulados pelas partes, indeferindo aqueles que se revelarem desnecessários, sob pena de se atentar contra os princípios da celeridade e economia processual, onerando, injustificadamente, o trâmite processual. - Constando expressamente na procuração, a outorga de poderes para ajuizar ação de despejo, especificando a parte adversa, o imóvel, objeto da lide e, ainda, "podendo praticar todos os atos indispensáveis ao fiel cumprimento do mandato, inclusive, substabelecer com ou sem reservas", não há que se falar em irregularidade de representação. - Tratando-se de contrato de arrendamento de imóvel rural, incide o art. 32 do Decreto nº 59.566/66, cujo inciso I, autoriza o despejo nos casos de término do período contratual ou de sua renovação, com observância do procedimento descrito no art. 22 do referido decreto, como o envio da notificação prévia, com prazo de seis meses, o que ocorreu na hipótese dos autos. Embargos de declaração rejeitados (fls. 174-177, e-STJ Em suas razões recursais (fls. 180-187, e-STJ), o insurgente aponta violação do art. 32, I e VIII, do Decreto 59.566/66. Defende, em síntese, que o término do prazo contratual ou de sua renovação apenas autoriza o despejo se comprovada a sinceridade do pedido. Contrarrazões apresentadas (fls. 211-212, e-STJ). O Tribunal de origem admitiu o recurso (fls. 216-218, e-STJ) e os autos ascenderam a esta Corte Superior. É o relatório. Decido. A irresignação não merece prosperar. 1. Aponta o recorrente violação ao art. 32, I e VIII, do Decreto 59.566/66, ao sustentar que a retomada do imóvel por término do prazo contratual, prevista no inciso I, apenas seria legítima se atendida a condição adicional constante do inciso VIII, qual seja, a demonstração da sinceridade do pedido. Tal alegação, entretanto, não encontra respaldo lógico ou sistemático no texto normativo invocado. Com efeito, os incisos de um mesmo dispositivo legal não se subordinam entre si, mas consagram hipóteses autônomas de incidência. Assim, a exigência de demonstração da sinceridade do pedido prevista no inciso VIII refere-se exclusivamente às hipóteses nele disciplinadas, relativas à retomada para uso próprio, sem se comunicar com o inciso I, que regula o despejo por extinção do prazo contratual. A interpretação sugerida pelo recorrente, portanto, distorce a literalidade e a sistemática do dispositivo legal, carecendo de fundamentação jurídica idônea. Em razão dessa deficiência na exposição das razões recursais, a insurgência deixa de demonstrar, de forma clara e precisa, a necessidade de reforma do acórdão recorrido. Incide, por analogia, o óbice da Súmula 284 do STF, segundo a qual "é inadmissível o recurso extraordinário, quando a deficiência na sua fundamentação não permitir a exata compreensão da controvérsia". Em casos análogos, já se decidiu: PROCESSUAL CIVIL. AGRAVO INTERNO NO AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL. COMPETÊNCIA FUNCIONAL. TESE DISTINTA DA MATÉRIA CONTIDA NO DISPOSITIVO LEGAL INDICADO. SUMULA N. 284/STF. PRESCRIÇÃO. FUNDAMENTO NÃO IMPUGNADO. CERCEAMENTO DE DEFESA. REEXAME DE CONTEÚDO FÁTICO-PROBATÓRIO. SÚMULA N. 7/STJ. AUSÊNCIA DE PREQUESTIONAMENTO. DECISÃO MANTIDA. 1. Incide a Súmula n. 284 do STF na falta de pertinência entre a tese sustentada e o normativo apontado no recurso especial. 2. Prescrição definida com a aplicação do CC/2002, fundamento não impugnado pela agravante. Incidência da Súmula n. 283 do STF. 3. O recurso especial não comporta exame de questões que impliquem revolvimento do contexto fático dos autos (Súmula n. 7 do STJ). 4. No caso concreto, o Tribunal de origem analisou as provas contidas no processo para concluir existente engano ao consumidor quando da alteração do produto e suas características. Alterar esse entendimento demandaria reexame do conjunto probatório do feito, vedado em recurso especial. 5. A simples indicação dos dispositivos legais tidos por violados, sem que o tema tenha sido enfrentado pelo acórdão recorrido, mesmo após a oposição de embargos declaratórios, obsta o conhecimento do recurso especial, por falta de prequestionamento. Incidência da Súmula n. 211/STJ. 6. Agravo interno desprovido. (AgInt no AREsp n. 625.192/SP, relator Ministro Antonio Carlos Ferreira, Quarta Turma, julgado em 27/2/2018, DJe de 13/3/2018.) grifou-se PROCESSUAL CIVIL. AGRAVO INTERNO NO AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL. RECURSO MANEJADO SOB A ÉGIDE DO NCPC. AÇÃO DECLARATÓRIA DE INEXIGIBILIDADE DE DÉBITO CUMULADA COM INDENIZAÇÃO POR DANOS MORAIS. DANOS MORAIS. QUANTUM INDENIZATÓRIO. REVISÃO. NÃO CABIMENTO. INCIDÊNCIA DA SÚMULA Nº 7 DO STJ. FUNDAMENTAÇÃO DEFICIENTE. AUSÊNCIA DE COMANDO NORMATIVO SUFICIENTE. APLICAÇÃO DA SÚMULA Nº 284 DO STF, POR ANALOGIA. AGRAVO INTERNO NÃO PROVIDO. 1. Aplica-se o NCPC a este julgamento ante os termos do Enunciado Administrativo nº 3, aprovado pelo Plenário do STJ na sessão de 9/3/2016: Aos recursos interpostos com fundamento no CPC/2015 (relativos a decisões publicadas a partir de 18 de março de 2016) serão exigidos os requisitos de admissibilidade recursal na forma do novo CPC. 2. A jurisprudência desta Corte é firme no sentido de que a redução ou majoração do quantum indenizatório é possível somente em hipóteses excepcionais, quando manifestamente irrisória ou exorbitante a indenização arbitrada, sob pena de incidência do óbice da Súmula nº 7 do STJ. Proporcionalidade e razoabilidade observadas no caso dos autos, a justificar a manutenção do quantum indenizatório. 3. É deficiente a fundamentação do recurso especial quando houver incompatibilidade entre a tese sustentada e o comando normativo contido no dispositivo legal apontado como descumprido, caracterizando, dessa maneira, a ausência de fundamentação jurídica e legal, conforme previsto na Súmula nº 284 do STF. 4. Agravo interno não provido. (AgInt no AREsp n. 2.148.964/SP, relator Ministro Moura Ribeiro, Terceira Turma, julgado em 9/11/2022, DJe de 11/11/2022.) grifou-se AGRAVO INTERNO NO AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL. CÉDULA DE CRÉDITO BANCÁRIO. VIOLAÇÃO. ARTS. 394, 396 e 591 DO CC E 525, § 1º, DO CPC. CERCEAMENTO DE DEFESA. CAPITALIZAÇÃO DE JUROS. PERTINÊNCIA TEMÁTICA. AUSÊNCIA. CAPITALIZAÇÃO PERMITIDA. NÃO PROVIMENTO. 1. A ausência de pertinência temática entre o dispositivo legal tido por violado e razões levantadas no recurso especial ou os fundamentos do acórdão de segundo grau atrai o disposto no verbete n. 284 da Súmula do Supremo Tribunal Federal. 2. "A Segunda Seção do Superior Tribunal de Justiça, no julgamento do REsp nº 1.061.530/RS, Relatora Ministra Nancy Andrighi, submetido ao regime dos recursos repetitivos, firmou posicionamento do sentido de que: (1) as instituições financeiras não se sujeitam à limitação dos juros remuneratórios estipulada na Lei de Usura (Decreto nº 22.626/1933) - Súmula 596/STF; (2) a estipulação de juros remuneratórios superiores a 12% ao ano, por si só, não indica abusividade; (3) são inaplicáveis aos juros remuneratórios dos contratos de mútuo bancário as disposições do art. 591, c/c o art. 406 do CC/2002; e, (4) é admitida a revisão das taxas de juros remuneratórios em situações excepcionais, desde que caracterizada a relação de consumo e que a abusividade (capaz de colocar o consumidor em desvantagem exagerada - art. 51, §1º, do CDC) fique cabalmente demonstrada, haja vista as peculiaridades do julgamento em concreto." (AgInt no AREsp n. 1.148.927/MS, relator Ministro Moura Ribeiro, Terceira Turma, julgado em 22/3/2018, DJe de 4/4/2018.) 3. Agravo interno a que se nega provimento. (AgInt no AREsp n. 2.091.280/RJ, relatora Ministra Maria Isabel Gallotti, Quarta Turma, julgado em 3/4/2023, DJe de 11/4/2023.) grifou-se Inafastável, portanto, o óbice da Súmula 284 do STF. Pelo mesmo motivo, encontra óbice o recurso especial na Súmula 211/STJ, diante da inexistência de prequestionamento das questões versadas no recurso, uma vez que o conteúdo normativo dos dispositivos invocados, em especial o disposto na alínea VIII do art. 32 do Decreto 59.566/66, e a tese sustentada, não foram objeto de discussão pela instância ordinária. Para que se configure o prequestionamento da matéria, há que se extrair do acórdão recorrido pronunciamento sobre as teses jurídicas em torno dos dispositivos legais tidos como violados, a fim de que se possa, na instância especial, abrir discussão sobre determinada questão de direito, definindo-se, por conseguinte, a correta interpretação da legislação federal. Nesse sentido: PROCESSUAL CIVIL. AGRAVO INTERNO NOS EMBARGOS DE DECLARAÇÃO NO AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL. AÇÃO DE COBRANÇA. AUSÊNCIA DE PREQUESTIONAMENTO. INCIDÊNCIA DA SÚMULA 211/STJ. DESCONTOS OPERACIONAIS E TRIBUTÁRIOS NOS HONORÁRIOS CONTRATUAIS. IMPOSSIBILIDADE. AUSÊNCIA DE PREVISÃO CONTRATUAL. NECESSIDADE DE REEXAME DE FATOS/PROVAS E INTERPRETAÇÃO DE CLÁUSULAS CONTRATUAIS. INCIDÊNCIA DAS SÚMULAS 5 E 7/STJ. AGRAVO DESPROVIDO. 1. Fica inviabilizado o conhecimento de temas trazidos no recurso especial, mas não debatidos e decididos nas instâncias ordinárias, porquanto ausente o indispensável prequestionamento. Incidência da Súmula 211 do Superior Tribunal de Justiça. .. 3. Agravo interno desprovido. (AgInt nos EDcl no AREsp n. 2.038.848/SP, relator Ministro Raul Araújo, Quarta Turma, julgado em 27/6/2022, DJe de 29/6/2022.) AGRAVO INTERNO NO RECURSO ESPECIAL - AÇÃO CIVIL PÚBLICA - DECISÃO MONOCRÁTICA QUE NEGOU PROVIMENTO AO RECLAMO - INSURGÊNCIA RECURSAL DA RÉ/SEGURADORA. .. 4. O Tribunal de origem não decidiu acerca dos arts. 206, 758, 768, 781 do CC/02, 6º, 70,III e 267, VI e 527, III 543-C e 558 do CPC/73, § 1º do artigo 5º e 1º da Lei 8.004/90, de modo a viabilizar o requisito do prequestionamento, indispensável ao conhecimento do recurso especial. Para que se configure o prequestionamento da matéria, há que se extrair do acórdão recorrido pronunciamento sobre as teses jurídicas em torno dos dispositivos legais tidos como violados, a fim de que se possa, na instância especial, abrir discussão sobre determinada questão de direito, definindo-se, por conseguinte, a correta interpretação da legislação federal, o que não ocorreu no caso sob julgamento. .. 10. Agravo interno desprovido. (AgInt no REsp n. 1.470.341/PE, relator Ministro Marco Buzzi, Quarta Turma, julgado em 20/6/2022, DJe de 24/6/2022.) AGRAVO INTERNO NO RECURSO ESPECIAL. EMBARGOS À TÍTULO EXECUTIVO EXTRAJUDICIAL. CHEQUE. EMPRÉSTIMO REALIZADO ENTRE PARTICULARES. ABUSIVIDADE. REDUÇÃO DOS JUROS AOS PARÂMETROS LEGAIS. CONSERVAÇÃO DO NEGÓCIO JURÍDICO. PRECEDENTES. .. 2. Para que se configure o prequestionamento da matéria, há que se extrair do acórdão recorrido pronunciamento sobre as teses jurídicas em torno dos dispositivos legais tidos como violados, a fim de que se possa, na instância especial, abrir discussão sobre determinada questão de direito, definindo-se, por conseguinte, a correta interpretação da legislação federal (Súm. 211/STJ). .. 4. Agravo interno não provido. (AgInt no REsp n. 1.656.286/MT, relator Ministro Luis Felipe Salomão, Quarta Turma, julgado em 13/6/2022, DJe de 17/6/2022.) É certo que Esta Corte admite o prequestionamento implícito dos dispositivos tidos por violados, mas desde que a tese debatida no apelo nobre seja expressamente discutida no Tribunal de origem, o que não ocorre no presente caso. Confira-se: AgInt no AREsp n. 2.059.677/SC, relator Ministro Marco Buzzi, Quarta Turma, julgado em 27/6/2022, DJe de 30/6/2022; AgInt no REsp 1860276/RJ, Rel. Ministro LUIS FELIPE SALOMÃO, QUARTA TURMA, julgado em 16/08/2021, DJe 24/08/2021; AgInt nos EDcl no REsp 1929650/SP, Rel. Ministro MARCO AURÉLIO BELLIZZE, TERCEIRA TURMA, julgado em 01/06/2021, DJe 07/06/2021; dentre outros. Além disso, para o reconhecimento do prequestionamento implícito do art. 1.025 do CPC, faz-se necessária tanto a oposição dos aclaratórios na origem, quanto a alegação, em sede de recurso especial, de violação ao art. 1.022 do mesmo diploma, pois somente dessa forma é que o órgão julgador poderá verificar a existência do vício e proceder à supressão de grau (v.g., AgInt no AREsp 1329977/SP, Rel. Ministro MARCO AURÉLIO BELLIZZE, TERCEIRA TURMA, DJe 22/11/2018), o que não se observa no caso em tela. Incide, portanto, também o óbice da Súmula 211 do STJ. 2. Do exposto, com amparo no art. 932 do CPC c/c a Súmula 568 do STJ, nego provimento ao recurso. Por fim, tendo em vista a fixação dos honorários sucumbenciais no percentual máximo estabelecido no § 2º do art. 85 do CPC, deixo de majorá-los nesta oportunidade. Publique-se. Intimem-se. EMENTA