AREsp 1824924 - DECISAO
O agravo foi negado provimento porque não houve prequestionamento do art. 3º da Lei 8.112/1990 pelo Tribunal de origem, sendo vedado o conhecimento de matéria não enfrentada (incidência, por analogia, das Súmulas 282 e 356 do STF); ademais, a discussão envolve interpretação de legislação local (art. 145 da Lei...
Source-derived case information.
- Parties
- Agravante: MARIA YOLANDA PORTA
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 14 June 2021
- Procedural Posture
- Agravo Em Recurso Especial / Decisão Que Nega Provimento Ao Agravo
- Outcome
- Nega-se provimento ao Agravo em Recurso Especial.
- Legal Topics
- Desvio De Função, Prequestionamento, Atos Infralegais (portaria), Honorários Sucumbenciais, Lei Estadual 1.511/1994, Lei 8.112/1990, Portaria TJMS Nº 1.169/2010, Súmulas Stf/stj
Source-derived case record
Summary, issues, holding and outcome
More case intelligence is available
Unlock the full research layer for this judgment.
Parties
MARIA YOLANDA PORTA
Agravante
Procedural Posture
Agravo Em Recurso Especial / Decisão Que Nega Provimento Ao Agravo
Legal Issues
- 1 Configuração de desvio de função entre Agente de Serviços Gerais e Analista Judiciário/Auxiliar Judiciário I
- 2 Prequestionamento de dispositivo federal (art. 3º da Lei 8.112/1990)
- 3 Possibilidade de exame de atos infralegais (Portaria TJMS nº 1.169/2010) em recurso especial
Ratio Decidendi
O agravo foi negado provimento porque não houve prequestionamento do art. 3º da Lei 8.112/1990 pelo Tribunal de origem, sendo vedado o conhecimento de matéria não enfrentada (incidência, por analogia, das Súmulas 282 e 356 do STF); ademais, a discussão envolve interpretação de legislação local (art. 145 da Lei Estadual 1.511/1994) e atos infralegais (Portaria TJMS nº 1.169/2010), matérias que não admitem exame em recurso especial por não se tratarem de lei federal em sentido estrito.
Court Disposition
Nega-se provimento ao Agravo em Recurso Especial.
Orders
- Nega-se provimento ao Agravo em Recurso Especial.
- Majoro, em desfavor da parte recorrente, em 10% (dez por cento) o valor já arbitrado a título de honorários sucumbenciais, nos termos do art. 85, §11, do CPC/2015, observados os limites dos §§ 2º e 3º e o art. 98, §3º do CPC/2015.
Full Case Text
Judgment text and source record
Sign in to read
Sign in to read the full judgment text
Sign in to read the full judgment text. Downloads and additional research tools may depend on your plan.
Sign in to read the full judgment