AREsp 3204899 - DECISAO
Conheceu-se do agravo, mas não se conheceu do recurso especial porque o dispositivo legal indicado não tinha comando normativo suficiente para sustentar a tese recursal (aplicando-se, por analogia, a Súmula 284/STF), não se admite Recurso Especial fundado em violação de enunciado de súmula (Súmula 518/STJ), não...
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- Parties
- Recorrente: JOSE CARLOS ARAUJO DA PAZ
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 18 May 2026
- Procedural Posture
- Agravo Em Recurso Especial / Decisão Sobre Admissibilidade De Recurso Especial (conhecimento Do Agravo E Não Conhecimento Do Recurso Especial)
- Outcome
- Conheço do Agravo para não conhecer do Recurso Especial.
- Legal Topics
- Desvio De Função, Diferenças Remuneratórias, Admissibilidade De Recurso Especial, Prequestionamento, Divergência Jurisprudencial, Súmulas (284 Stf; 518 Stj)
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Parties
JOSE CARLOS ARAUJO DA PAZ
Recorrente
Procedural Posture
Agravo Em Recurso Especial / Decisão Sobre Admissibilidade De Recurso Especial (conhecimento Do Agravo E Não Conhecimento Do Recurso Especial)
Legal Issues
- 1 Violação do art. 117, XVII, da Lei 8.112/1990 e do enunciado n. 378 da Súmula do STJ quanto ao pagamento de diferenças remuneratórias por desvio de função
- 2 Admissibilidade do Recurso Especial com fundamento no art. 105, III, alíneas a e c, da CF/1988
- 3 Prequestionamento da matéria na Corte a quo
Ratio Decidendi
Conheceu-se do agravo, mas não se conheceu do recurso especial porque o dispositivo legal indicado não tinha comando normativo suficiente para sustentar a tese recursal (aplicando-se, por analogia, a Súmula 284/STF), não se admite Recurso Especial fundado em violação de enunciado de súmula (Súmula 518/STJ), não houve prequestionamento na Corte a quo e não foi demonstrado dissídio jurisprudencial mediante cotejo analítico, inviabilizando o conhecimento do recurso.
Court Disposition
Conheço do Agravo para não conhecer do Recurso Especial.
Orders
- Majoro os honorários de advogado em desfavor da parte recorrente em 15% sobre o valor já arbitrado nas instâncias de origem, nos termos do art. 85, § 11, CPC
- Publique-se
Full Case Text
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DECISÃO Cuida-se de Agravo apresentado por JOSE CARLOS ARAUJO DA PAZ à decisão que não admitiu seu Recurso Especial. O apelo, fundamentado no artigo 105, III, alíneas "a" e "c", da CF/88, visa reformar acórdão proferido pelo TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 1ª REGIÃO, assim resumido: DIREITO ADMINISTRATIVO. SERVIDOR PÚBLICO FEDERAL. FUNASA. AGENTE DE SERVIÇOS GERAIS. ALEGADO DESVIO DE FUNÇÃO PARA CARGO DE CONTADOR. DESIGNAÇÃO FORMAL PARA FUNÇÃO COMISSIONADA. INEXISTÊNCIA DE DIREITO A DIFERENÇAS REMUNERATÓRIAS. RECURSO DESPROVIDO. GRATUIDADE JUDICIÁRIA. Quanto à controvérsia, a parte recorrente alega violação e interpretação divergente do art. 117, XVII, da Lei 8.112/1990; e do enunciado n. 378 da Súmula do STJ, no que concerne à necessidade de pagamento de diferenças remuneratórias decorrentes de desvio de função, na hipótese em que, ainda que o servidor público tenha recebido gratificação por função de confiança, esse montante somado ao vencimento básico do cargo de origem seja substancialmente inferior à remuneração do cargo paradigma, sob pena de enriquecimento ilícito da Administração Pública. Traz a seguinte argumentação: No julgamento em questão foi suscitado, equivocadamente, a hipótese de que o autor exercia funções comissionadas. Por sua vez, as funções e cargos em comissão destinam-se apenas às atribuições de chefia, direção ou assessoria, portanto, não se confundem com as atividades próprias de um cargo efetivo, conforme dispõe o art. 37, V, da CF/1988. Importante ressaltar que ao rechaçar o pedido autoral, o d. magistrado a quo entendeu que nos diversos períodos apontados na inicial, o autor/recorrente teria exercido, na sua percepção, "atribuições decorrentes da função de confiança para o qual fora designado e recebendo a devida gratificação para o exercício das funções atípicas do cargo efetivo" (fl. 716). É importante ressaltar que no caso em tela não ocorreu o exercício de qualquer atividade de chefia, direção ou assessoria. Pois as atribuições desempenhadas pelo autor são de natureza especializada, envolvendo a coordenação, orientação e execução de atividades relativas à tomada de contas, portanto, atividades inerentes do cargo de Contador da FUNASA, conforme se observa no Edital nº 001/2009, de 30 de março de 2009, e no Edital nº 1, de 16 de setembro de 2013 (documentos em anexo). .. Logo, todas as atribuições previstas acima do cargo de Contador da FUNASA foram desenvolvidas pelo recorrente, sendo ele um dos responsáveis por assumir as demandas referentes a tomada de conta especial (TCE), sem, contudo, receber os valores do seu paradigma (fl. 717). Diante desse quadro é correto afirmar que o autor passou a exercer as atribuições do cargo paradigma, pois mesmo que seja legal um servidor desempenhar atividades diversas do seu cargo efetivo em razão de nomeação para função ou cargo em comissão, contudo, no caso em questão, verifica-se que tais atividades (coordenação, orientação e execução) são restritas ao Cargo de Contador da FUNASA, e em nenhuma hipótese configura função comissionada (fl. 720). O desvio funcional resultou configurado uma vez que o autor detinha total responsabilidade pelo trabalho desenvolvido ao coordenar e executar o procedimento relacionado com as tomadas de contas da FUNASA, no Estado da Bahia, atribuições próprias do cargo de Contador. Novamente, merece que seja destacado a disparidade da natureza remuneratória de ambos os cargos. O autor, em que pese desempenhar atribuições atinentes ao cargo de Contador, sempre recebeu um vencimento básico correspondente ao do cargo de Agente de Serviços Gerais, conforme abaixo reproduzido, enquanto que o cargo paradigma de Contador apresentava uma remuneração básica de R$ 6.130,00 (conforme editais anexados com a inicial) (fl. 722). Ainda que tenha recebido as gratificações no curso desses 15 anos de comprovado e manifesto desvio de função, sequer foi assegurado ao recorrente o pagamento das diferenças remuneratórias devidas. Por outras palavras, se somados o vencimento básico do autor/recorrente com a gratificação paga ao longo de todos os meses, jamais alcançaria o vencimento básico de contador, em determinado mês especificamente. PORTANTO, O ENRIQUECIMENTO ILÍCITO DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA RESULTA EVIDENTE. O vencimento básico somado a gratificação paga foi comprovadamente bem inferior ao vencimento de um Contador da FUNASA. Ressalte-se, uma vez mais, a disparidade da natureza remuneratória de ambos os cargos. Para ilustrar, enquanto o recorrente, em JAN/2008, tinha um vencimento básico de R$ 478,47, conforme abaixo reproduzido, um contador (Paradigma) apresentava uma remuneração básica de R$ 6.130,00 (conforme editais anexados). Mesmo com o pagamento da gratificação (R$ 765,55), o somatório (478,47 765,55 = 1.244,02), corresponde a pouco mais de 20% do vencimento básico do cargo de contador (fl. 723). As gratificações pagas ao logo do período informado não correspondem a nenhum aumento de remuneração pelo exercício das atividades de paradigma. O autor exerceu sim, de forma habitual, atribuições do cargo de contador por longos 15 anos, sem que as gratificações então recebidas remunerassem seu labor de forma justa, resultando em enriquecimento ilícito da administração (fl. 725). É o relatório. Decido. Quanto ao art. 117, XVII, da Lei 8.112/1990, incide a Súmula n. 284/STF devido à ausência de comando normativo do(s) dispositivo(s) apontado(s) como violado(s) para sustentar a tese recursal, o que atrai, por conseguinte, o referido enunciado: "É inadmissível o recurso extraordinário, quando a deficiência na sua fundamentação não permitir a exata compreensão da controvérsia". Segundo a jurisprudência do STJ, o óbice de ausência de comando normativo do artigo de lei federal apontado como violado ou como objeto de divergência jurisprudencial incide nas seguintes situações: quando não tem correlação com a controvérsia recursal, por versar sobre tema diverso; e quando sua indicação não é apta, por si só, para sustentar a tese recursal, seja porque o dispositivo legal tem caráter genérico, seja porque, embora consigne em seu texto comando específico, exigiria a combinação com outros dispositivo legais. Ressalte-se, por oportuno, que a indicação genérica do artigo de lei que teria sido contrariado induz à compreensão de que a violação alegada é somente de seu caput, pois a ofensa aos seus desdobramentos também deve ser indicada expressamente. Nesse sentido, já decidiu o STJ que quando "o dispositivo legal indicado como malferido não tem comando normativo suficiente para infirmar os fundamentos do acórdão recorrido, tampouco para sustentar a tese defendida pelo recorrente, o que configura deficiência de fundamentação do recurso especial, atraindo, por analogia, o óbice da Súmula nº 284/STF" ;(AgInt no AREsp n. 2.586.505/RJ, relator Ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, Terceira Turma, julgado em 26/8/2024, DJe de 29/8/2024). Confiram-se ainda os seguintes julgados: REsp n. 2.136.718/PR, relator Ministro Sebastião Reis Júnior, Sexta Turma, DJEN de 19/3/2025; AgInt no AREsp n. 2.706.055/DF, relator Ministro Francisco Falcão, Segunda Turma, DJEN de 5/3/2025; AgInt no AREsp n. 2.670.085/RS, relator Ministro Carlos Cini Marchionatti (Desembargador Convocado TJRS), Terceira Turma, DJEN de 28/2/2025; AgInt no REsp n. 2.084.597/SC, relator Ministro Paulo Sérgio Domingues, Primeira Turma, DJEN de 27/2/2025; AgInt no AREsp n. 2.520.394/RS, relator Ministro Afrânio Vilela, Segunda Turma, DJEN de 19/2/2025; AgInt no REsp n. 1.885.160/MG, relator Ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, Terceira Turma, DJEN de 20/12/2024; AgInt nos EDcl no AREsp n. 2.394.457/BA, relator Ministro Humberto Martins, Terceira Turma, DJEN de 12/12/2024; AgRg no AREsp n. 1.245.830/MG, relator Ministro Antonio Saldanha Palheiro, Sexta Turma, DJEN de 9/12/2024; AREsp n. 2.320.500/SP, relatora Ministra Daniela Teixeira, Quinta Turma, DJEN de 3/12/2024; AgRg no REsp n. 1.994.077/SE, relator Ministro Sebastião Reis Júnior, Sexta Turma, DJEN de 29/11/2024; AgRg no AREsp n. 2.600.425/SC, relator Ministro Rogerio Schietti Cruz, Sexta Turma, DJe de 28/8/2024; REsp n. 2.030.087/RJ, relatora Ministra Regina Helena Costa, Primeira Turma, DJe de 28/8/2024; AgInt no AgInt no AREsp n. 2.426.943/SP, relatora Ministra Maria Isabel Gallotti, Quarta Turma, DJe de 14/8/2024. Ademais, não é cabível Recurso Especial fundado na ofensa a enunciado de súmula dos tribunais, inclusive em se tratando de súmulas vinculantes. Assim, incide o óbice da Súmula n. 518 do STJ: "Para fins do art. 105, III, "a", da Constituição Federal, não é cabível recurso especial fundado em alegada violação de enunciado de súmula". Ademais: "A interposição de recurso especial não é cabível com fundamento em violação de súmula vinculante do STF, porque esse ato normativo não se enquadra no conceito de lei federal previsto no art. 105, III, "a" da CF/88". (REsp n. 1.806.438/DF, relatora Ministra Nancy Andrighi, Terceira Turma, DJe de 19/10/2020.) Ainda, os seguintes julgados: ;AgRg no REsp n. 1.990.726/RS, relator Ministro Sebastião Reis Júnior, Sexta Turma, DJEN de 20/3/2025; AgInt no AREsp n. 2.518.851/PR, relator Ministro Teodoro Silva Santos, Segunda Turma, DJEN de 18/3/2025; AgInt no AREsp n. 2.683.592/SE, relator Ministro Carlos Cini Marchionatti (Desembargador Convocado TJRS), Terceira Turma, DJEN de 28/2/2025; AgInt no AREsp n. 2.735.927/SP, relator Ministro Moura Ribeiro, Terceira Turma, DJEN de 27/2/2025; AgInt no AREsp n. 2.736.901/GO, relator Ministro Humberto Martins, Terceira Turma, DJEN de 20/2/2025; AgInt no REsp n. 2.125.846/RJ, relator Ministro Sérgio Kukina, Primeira Turma, DJEN de 17/2/2025; AgRg no AREsp n. 1.989.885/TO, relator Ministro Antonio Saldanha Palheiro, Sexta Turma, DJEN de 17/2/2025; AgInt no REsp n. 2.098.711/SC, relator Ministro Francisco Falcão, Segunda Turma, DJEN de 10/2/2025; AgInt no AREsp n. 2.521.353/CE, relator Ministro Marco Aurélio Bellizze, Segunda Turma, DJEN de 23/12/2024; AREsp n. 2.763.962/AP, relatora Ministra Daniela Teixeira, Quinta Turma, DJEN de 18/12/2024. Além disso, não houve o prequestionamento da tese recursal, porquanto a questão postulada não foi examinada pela Corte a quo sob o viés pretendido pela parte recorrente. Nesse sentido: "Não há prequestionamento da tese recursal quando a questão postulada não foi examinada pela Corte de origem sob o viés pretendido pela parte recorrente" (AgInt no AREsp n. 1.946.228/DF, relator Ministro Francisco Falcão, Segunda Turma, DJe de 28/4/2022). Confiram-se ainda os seguintes precedentes: AgInt no AREsp n. 2.023.510/GO, relator Ministro Humberto Martins, Terceira Turma, DJe de 29/2/2024; AgRg no AREsp n. 2.354.290/ES, relator Ministro Joel Ilan Paciornik, Quinta Turma, DJe de 15/2/2024; AgInt no AREsp 1.514.978/SC, relator Ministro Napoleão Nunes Maia Filho, Primeira Turma, DJe de 17/6/2020; AgInt no AREsp n. 1.582.679/DF, relator Ministro Herman Benjamin, Segunda Turma, DJe de 26/5/2020; AgInt no AREsp 965.710/SP, relatora Ministra Assusete Magalhães, Segunda Turma, DJe de 19.9.2018; e AgRg no AREsp 1.217.660/SP, relator Ministro Jorge Mussi, Quinta Turma, DJe de 4/5/2018. Por fim, não foi comprovado o dissídio jurisprudencial, tendo em vista que a parte recorrente não realizou o indispensável cotejo analítico, que exige, além da transcrição de trechos dos julgados confrontados, a demonstração das circunstâncias identificadoras da divergência, com a indicação da existência de similitude fática e identidade jurídica entre o acórdão recorrido e o(s) paradigma(s) indicado(s), não bastando, portanto, a mera transcrição de ementas ou votos. Com efeito, o Superior Tribunal de Justiça já decidiu: "Nos termos dos arts. 1.029, § 1º, do CPC; e 255, § 1º, do RISTJ, a divergência jurisprudencial, com fundamento na alínea c do permissivo constitucional, exige comprovação e demonstração, em qualquer caso, por meio de transcrição dos trechos dos acórdãos que configurem o dissídio. Devem ser mencionadas as circunstâncias que identifiquem ou assemelhem os casos confrontados, a evidenciar a similitude fática entre os casos apontados e a divergência de interpretações, providência não realizada nos autos deste recurso especial" (AgInt no AREsp n. 2.275.996/BA, relator Ministro Afrânio Vilela, Segunda Turma, DJEN de 20/3/2025). Ainda nesse sentido: "A divergência jurisprudencial deve ser comprovada, cabendo a quem recorre demonstrar as circunstâncias que identificam ou assemelham os casos confrontados, com indicação da similitude fática e jurídica entre eles. Indispensável a transcrição de trechos do relatório e do voto dos acórdãos recorrido e paradigma, realizando-se o cotejo analítico entre ambos, com o intuito de bem caracterizar a interpretação legal divergente. O desrespeito a esses requisitos legais e regimentais impede o conhecimento do Recurso Especial, com base na alínea "c" do inciso III do art. 105 da Constituição Federal". (AgInt no REsp n. 1.903.321/PR, Rel. Ministro Herman Benjamin, Segunda Turma, DJe de 16.3.2021.) Confiram-se também os seguintes julgados: AgInt no REsp n. 2.168.140/SP, relatora Ministra Regina Helena Costa, Primeira Turma, DJEN de 21/3/2025; AgInt no AREsp n. 2.452.246/SP, relator Ministro Paulo Sérgio Domingues, Primeira Turma, DJEN de 20/3/2025; REsp n. 2.105.162/RJ, relator Ministro Sebastião Reis Júnior, Sexta Turma, DJEN de 19/3/2025; AgInt no AREsp n. 2.243.277/SP, relator Ministro Marco Aurélio Bellizze, Segunda Turma, DJEN de 19/3/2025; AgInt no REsp n. 2.155.276/SP, relator Ministro Teodoro Silva Santos, Segunda Turma, DJEN de 18/3/2025; AgRg no REsp n. 2.103.480/PR, relator Ministro Ribeiro Dantas, Quinta Turma, DJEN de 7/3/2025; AgInt no AREsp n. 2.702.402/SP, relator Ministro Antonio Carlos Ferreira, Quarta Turma, DJEN de 28/2/2025; AgInt no AREsp n. 2.735.498/MT, relator Ministro Raul Araújo, Quarta Turma, DJEN de 28/2/2025; AgInt no AREsp n. 2.169.326/SP, relator Ministro Paulo Sérgio Domingues, Primeira Turma, DJEN de 27/2/2025; AREsp n. 2.732.296/GO, relatora Ministra Daniela Teixeira, Quinta Turma, DJEN de 25/2/2025; EDcl no AgInt no AREsp n. 2.256.359/MS, relator Ministro Moura Ribeiro, Terceira Turma, DJEN de 21/2/2025; AgInt no AREsp n. 2.620.468/RJ, relator Ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, Terceira Turma, DJEN de 20/12/2024. Ante o exposto, com base no art. 21-E, V, do Regimento Interno do Superior Tribunal de Justiça, conheço do Agravo para não conhecer do Recurso Especial. Nos termos do art. 85, § 11, do Código de Processo Civil, majoro os honorários de advogado em desfavor da parte recorrente em 15% sobre o valor já arbitrado nas instâncias de origem, observados, se aplicáveis, os limites percentuais previstos nos §§ 2º e 3º do referido dispositivo legal, bem como eventual concessão de justiça gratuita. Publique-se. Intimem-se. EMENTA