EREsp 2123243 - ACORDAO
Não houve omissão do Tribunal de origem; a patrocinadora apenas adquiriu o direito de exibir sua marca nos uniformes cedidos pela CBF e não impôs o uso do uniforme nem utilizou a imagem do árbitro de forma individualizada; portanto, a conduta da patrocinadora não é causa direta de eventual violação do direito de imagem, cuja responsabilização, se houver, dependeria do ato da entidade esportiva que contratou e eventualmente obrigou o árbitro a usar o uniforme (CBF); assim, não há ato ilícito a imputar à patrocinadora e o pedido indenizatório contra ela deve ser julgado improcedente.
- Parties
- Recorrente / Autor: PABLO ALMEIDA DA COSTA; Recorrida / Ré: SEMP TOSHIBA AMAZONAS S/A
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 21 June 2024
- Procedural Posture
- Ação De Indenização Por Danos Materiais E Morais (submetida a Recurso Especial) / Recurso Especial Julgado Pela Terceira Turma Do Superior Tribunal De Justiça (acórdão)
- Outcome
- Recurso especial parcialmente conhecido e, nessa extensão, negado provimento.
- Legal Topics
- Direito De Imagem, Direito De Arena, Responsabilidade Civil, Honorários Advocatícios
Case Brief
Summary, issues, holding and outcome
More case intelligence is available
Unlock the full research layer for this judgment.
Parties
PABLO ALMEIDA DA COSTA
Recorrente / Autor
SEMP TOSHIBA AMAZONAS S/A
Recorrida / Ré
Procedural Posture
Ação De Indenização Por Danos Materiais E Morais (submetida a Recurso Especial) / Recurso Especial Julgado Pela Terceira Turma Do Superior Tribunal De Justiça (acórdão)
Legal Issues
- 1 Alegada omissão do Tribunal de origem (art. 1.022 do CPC)
- 2 Responsabilidade da patrocinadora que adquiriu direito de exibição de marca no uniforme da equipe de arbitragem pela suposta violação do direito de imagem do árbitro
- 3 Distinção entre direito de imagem individual e direito de arena
Ratio Decidendi
Não houve omissão do Tribunal de origem; a patrocinadora apenas adquiriu o direito de exibir sua marca nos uniformes cedidos pela CBF e não impôs o uso do uniforme nem utilizou a imagem do árbitro de forma individualizada; portanto, a conduta da patrocinadora não é causa direta de eventual violação do direito de imagem, cuja responsabilização, se houver, dependeria do ato da entidade esportiva que contratou e eventualmente obrigou o árbitro a usar o uniforme (CBF); assim, não há ato ilícito a imputar à patrocinadora e o pedido indenizatório contra ela deve ser julgado improcedente.
Court Disposition
Recurso especial parcialmente conhecido e, nessa extensão, negado provimento.
Orders
- Nega-se provimento ao recurso especial interposto por PABLO ALMEIDA DA COSTA.
- Majora-se o percentual de honorários advocatícios anteriormente fixado de 12% para 15% sobre o valor da causa, nos termos do art. 85, § 11, do CPC/2015.
Full Case Text
Judgment text and source record
Sign in to read
Sign in to read the full judgment text
Sign in to read the full judgment text. Downloads and additional research tools may depend on your plan.
Sign in to read the full judgment